Lei nº 11.344 de 08/09/2006

Norma Federal - Publicado no DO em 11 set 2006

Dispõe sobre a reestruturação das carreiras de Especialista do Banco Central do Brasil, de Magistério de Ensino Superior e de Magistério de 1º e 2º Graus e da remuneração dessas carreiras, das Carreiras da Área de Ciência e Tecnologia, da Carreira de Fiscal Federal Agropecuário e dos cargos da área de apoio à fiscalização federal agropecuária; estende a Gratificação de Desempenho de Atividade Técnica de Fiscalização Agro-pecuária - GDATFA aos cargos de Técnico de Laboratório e de Auxiliar de Laboratório do Quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; cria a Gratificação de Desempenho de Atividade de Execução e Apoio Técnico à Auditoria no Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde - GDASUS; e dá outras providências.

Faço saber que o PRESIDENTE DA REPÚBLICA adotou a Medida Provisória nº 295, de 2006, que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente da Mesa do Congresso Nacional, para os efeitos do disposto no art. 62 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, combinado com o art. 12 da Resolução nº 1, de 2002-CN, promulgo a seguinte Lei:

Carreira de Especialista do Banco Central do Brasil

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Art. 1º A Lei nº 9.650, de 27 de maio de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 3º São atribuições dos titulares do cargo de Analista do Banco Central do Brasil:

I - formulação, execução, acompanhamento e controle de planos, programas e projetos relativos a:

a) gestão das reservas internacionais;

b) políticas monetária, cambial e creditícia;

c) emissão de moeda e papel-moeda;

d) gestão de instituições financeiras sob regimes especiais;

e) desenvolvimento organizacional; e

f) gestão da informação e do conhecimento;

II - gestão do sistema de metas para a inflação, do sistema de pagamentos brasileiro e dos serviços do meio circulante;

III - monitoramento do passivo externo e a proposição das intervenções necessárias;

IV - supervisão do Sistema Financeiro, compreendendo:

a) organização e a disciplina do sistema;

b) fiscalização direta das instituições financeiras e das demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;

c) monitoramento indireto de instituições financeiras, de conglomerados bancários, de cooperativas de crédito, de sociedades de crédito ao micro-empreendedor, de administradoras de consórcio, de agências de fomento, de demais entidades financeiras independentes e de conglomerados financeiros que não possuam entre suas empresas bancos de qualquer espécie;

d) prevenção de ilícitos cambiais e financeiros;

e) monitoramento e análise da regularidade do funcionamento das instituições sujeitas à regulação e à fiscalização do Banco Central do Brasil;

f) proposta de instauração de processo administrativo punitivo aplicado às instituições sujeitas à regulação e à fiscalização do Banco Central do Brasil; e

g) análise de projetos, de planos de negócio e de autorizações relacionadas ao funcionamento de instituições sujeitas à fiscalização do Banco Central do Brasil;

V - elaboração de estudos e pesquisas relacionados a:

a) políticas econômicas;

b) acompanhamento do balanço de pagamentos;

c) desempenho das instituições financeiras autorizadas a funcionar no País; e

d) regulamentação de matérias de interesse do Banco Central do Brasil;

VI - formulação e proposição de políticas, diretrizes e cursos de ação relativamente à gestão estratégica dos processos organizacionais;

VII - fiscalização das operações do meio circulante realizadas por instituições custodiantes de numerário;

VIII - elaboração de relatórios, pareceres e de propostas de atos normativos relativos às atribuições previstas neste artigo;

IX - realização das atividades de auditoria interna;

X - elaboração de informações econômico-financeiras;

XI - desenvolvimento de atividades na área de tecnologia e segurança da informação voltadas ao desenvolvimento, à prospecção, à avaliação e à internalização de novas tecnologias e metodologias;

XII - desenvolvimento de atividades pertinentes às áreas de programação e execução orçamentária e financeira, de contabilidade e auditoria, de licitação e contratos, de gestão de recursos materiais, de patrimônio e documentação e de gestão de pessoas, estrutura e organização;

XIII - representação do Banco Central do Brasil nos órgãos governamentais e nas instituições internacionais, ressalvadas as competências privativas dos Procuradores do Banco Central do Brasil; e

XIV - atuação em outras atividades vinculadas às competências do Banco Central do Brasil, ressalvadas aquelas privativas dos Procuradores do Banco Central do Brasil.

Parágrafo único. São atribuições ainda do cargo de Analista do Banco Central do Brasil, em caráter geral, o planejamento, a organização e o acompanhamento da execução das atividades previstas no art. 5º desta Lei." (NR)

"Art. 5º São atribuições dos titulares do cargo de Técnico do Banco Central do Brasil:

I - desenvolvimento de atividades técnicas e administrativas complementares às atribuições dos Analistas e Procuradores do Banco Central do Brasil;

II - apoio técnico-administrativo aos Analistas e Procuradores do Banco Central do Brasil no que se refere ao desenvolvimento de suas atividades;

III - execução de atividades de suporte e apoio técnico necessárias ao cumprimento das competências do Banco Central do Brasil que, por envolverem sigilo e segurança do Sistema Financeiro, não possam ser terceirizadas, em particular as pertinentes às áreas de:

a) tecnologia e segurança da informação voltadas ao desenvolvimento, à prospecção, à avaliação e à internalização de novas tecnologias e metodologias; e

b) programação e execução orçamentária e financeira, de contabilidade e auditoria, de licitação e contratos, de gestão de recursos materiais, de patrimônio e documentação e de gestão de pessoas, estrutura e organização;

IV - operação do complexo computacional e da rede de teleprocessamento do Banco Central do Brasil;

V - supervisão da execução de atividades de suporte e apoio técnico terceirizadas;

VI - atendimento e orientação ao público em geral sobre matérias de competência do Banco Central do Brasil procedendo, quando for o caso, a análise e ao encaminhamento de denúncias e reclamações;

VII - realização de atividades técnicas e administrativas complementares às operações relacionadas com o meio circulante, tais como:

a) distribuição de numerário à rede bancária e às instituições custodiantes;

b) procedimentos de análise de numerário suspeito ou danificado;

c) monitoramento do processamento automatizado de numerário; e

d) monitoramento e execução dos eventos de conferência e destruição de numerário;

VIII - elaboração de cálculos, quando solicitado, nos processos relativos ao contencioso administrativo e judicial;

IX - execução e supervisão das atividades de segurança institucional do Banco Central do Brasil, especialmente no que se refere aos serviços do meio circulante e à proteção de autoridades internas do Banco Central do Brasil; e

X - desenvolvimento de outras atividades de mesma natureza e nível de complexidade.

§ 1º No exercício das atribuições de que trata o inciso IX do caput deste artigo, os servidores ficam autorizados a conduzir veículos e a portar armas de fogo, em todo o território nacional, observadas a necessária habilitação técnica e, no que couber, a disciplina estabelecida na Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003.

§ 2º O exercício da prerrogativa prevista no § 1º deste artigo relativa ao porte de armas de fogo ocorrerá na forma e nas condições fixadas pelo Departamento de Polícia Federal.

§ 3º O exercício das atividades referidas no inciso IX do caput deste artigo, não obsta a execução indireta das tarefas, mediante contrato, na forma da legislação específica." (NR)

"Art. 10. ...................................................................................

III - 30% (trinta por cento) para até 20% (vinte por cento) do quadro de pessoal de cada cargo.

........................................................................................" (NR)

"Art. 12. Observado o disposto no art. 62 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, as Funções Comissionadas do Banco Central - FCBC, de exercício privativo por servidores do Banco Central do Brasil, são no quantitativo, valores e distribuição previstos no Anexo IV desta Lei.

........................................................................................" (NR)

"Art. 15. O Banco Central do Brasil manterá sistema de assistência à saúde dos seus servidores, ativos e inativos, e seus dependentes e pensionistas, mediante adesão dos beneficiários, custeada por dotações orçamentárias do Banco Central do Brasil e contribuição mensal dos participantes.

§ 1º A contribuição mensal do servidor ativo, inativo ou do pensionista será de 1% (um por cento) a 3% (três por cento) de sua remuneração, provento ou pensão, e a contribuição relativa aos dependentes não presumidos será de 1% (um por cento) a 5% (cinco por cento) da remuneração ou provento do servidor contribuinte.

§ 2º As dotações orçamentárias do Banco Central do Brasil, destinadas à manutenção do sistema de que trata o caput deste artigo, serão equivalentes à receita prevista com a contribuição dos participantes.

§ 3º Na ocorrência de déficit no sistema de que trata o caput deste artigo, o Banco Central do Brasil poderá utilizar fonte de recursos disponível para sua cobertura.

§ 4º A diretoria do Banco Central do Brasil definirá as normas de funcionamento do sistema de assistência à saúde de que trata este artigo." (NR)

Art. 2º (Revogado pela Lei nº 11.890, de 24.12.2008, DOU 26.12.2008, conversão da Medida Provisória nº 440, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 2º O Anexo II da Lei nº 9.650, de 1998, passa a vigorar nos termos do Anexo I desta Lei, produzindo efeitos financeiros a partir das datas especificadas no referido Anexo."

Art. 3º (Revogado pela Lei nº 11.526, de 04.10.2007, DOU 05.10.2007, conversão da Medida Provisória nº 375, de 15.06.2007, DOU 18.06.2007, com efeitos financeiros a partir de 01.06.2007)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 3º. O Anexo IV da Lei nº 9.650, de 1998, passa a vigorar nos termos do Anexo II desta Lei, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2006."

Carreira de Magistério Superior

Art. 4º A Carreira de Magistério Superior, pertencente ao Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos, de que trata a Lei nº 7.596, de 10 de abril de 1987, fica reestruturada, a partir de 1º de maio de 2006, na forma do Anexo III desta Lei, em 5 (cinco) Classes:

I - Professor Titular;

II - Professor Associado;

III - Professor Adjunto;

IV - Professor Assistente; e

V - Professor Auxiliar.

Art. 5º São requisitos mínimos para a progressão para a classe de Professor Associado, observado o disposto em regulamento:

I - estar há, no mínimo, 2 (dois) anos no último nível da classe de Professor Adjunto;

II - possuir o título de Doutor ou Livre-Docente; e

III - ser aprovado em avaliação de desempenho acadêmico.

Parágrafo único. A avaliação de desempenho acadêmico a que se refere o inciso III do caput deste artigo será realizada no âmbito de cada instituição federal de ensino por banca examinadora constituída especialmente para esse fim, observados os critérios gerais estabelecidos pelo Ministério da Educação.

Art. 6º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra, com efeitos a partir de 01.02.2009)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 6º O vencimento básico a que fizer jus o docente integrante da Carreira de Magistério Superior será acrescido do seguinte percentual, quanto à titulação, a partir de 1º de janeiro de 2006:
I - 75% (setenta e cinco por cento), no caso de possuir o título de Doutor ou de Livre-Docente;
II - 37,5% (trinta e sete vírgula cinco por cento), no de grau de Mestre;
III - 18% (dezoito por cento), no de certificado de especialização; e
IV - 7,5% (sete vírgula cinco por cento), no de certificado de aperfeiçoamento.
Parágrafo único. Ato do Poder Executivo disciplinará os critérios para o reconhecimento de especialização e de aperfeiçoamento de que tratam os incisos III e IV do caput deste artigo."

Art. 6º-A. Os valores de vencimento básico da Carreira de Magistério Superior passam a ser os constantes do Anexo IV-A desta Lei, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2009. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Art. 7º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra, com efeitos a partir de 01.02.2009)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 7º Os valores de vencimento básico da Carreira de Magistério Superior passam a ser os constantes do Anexo IV desta Lei, produzindo efeitos a partir de 1º de maio de 2006.
Parágrafo único. Os padrões de vencimento básico do regime de dedicação exclusiva constantes do Anexo IV desta Lei correspondem ao do regime de 40 (quarenta) horas semanais acrescidos de 55% (cinqüenta e cinco por cento)."

Art. 7º-A . A partir de 1º de fevereiro de 2009, fica instituída a Retribuição por Titulação - RT, devida ao docente integrante da Carreira do Magistério Superior em conformidade com a classe, nível e titulação comprovada, nos termos do Anexo V-A desta Lei.

§ 1º A RT será considerada no cálculo dos proventos e das pensões, desde que o certificado ou o título tenha sido obtido anteriormente à data da inativação.

§ 2º Os valores referentes à RT não serão percebidos cumulativamente. (Redação dada ao artigo pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
""Art. 7º-A. A partir de 1º de fevereiro de 2009, fica instituída a Retribuição por Titulação - RT, devida ao docente integrante da Carreira de Magistério Superior em conformidade com a classe, nível e titulação comprovada, nos termos do Anexo V-A.
Parágrafo único. Os valores referentes à RT não serão percebidos cumulativamente. (NR) (Artigo acrescentado pela Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)"

Art. 8º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra, com efeitos a partir de 14.05.2008)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 8º O Anexo da Lei nº 9.678, de 3 de julho de 1998, passa a vigorar na forma do Anexo V desta Lei, com efeitos financeiros a partir de 1º de julho de 2006."

Art. 9º O § 1º do art. 5º da Lei nº 9.678, de 1998, passa a vigorar, a partir de 1º de julho de 2006, com a seguinte redação:

"Art. 5º. ...................................................................................

§ 1º Na impossibilidade do cálculo da média referida no caput deste artigo, a gratificação de que trata esta Lei será paga aos aposentados e aos beneficiários de pensão no valor correspondente a 115 (cento e quinze) pontos.

........................................................................................" (NR)

Art. 10. Os acréscimos de vencimentos decorrentes da titulação não serão percebidos cumulativamente.

Carreira de Magistério de 1º e 2º Graus

Art. 11. A Carreira de Magistério de 1º e 2º Graus do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos de que trata a Lei nº 7.596, de 1987, fica estruturada, a partir de 1º de fevereiro de 2006, na forma do Anexo VI desta Lei, em seis Classes:

I - Classe A;

II - Classe B;

III - Classe C;

IV - Classe D;

V - Classe E; e

VI - Classe Especial.

Parágrafo único. Cada Classe compreende 4 (quatro) níveis, designados pelos números de 1 a 4, exceto a Classe Especial, que possui um só nível.

Art. 11-A. Fica instituída a Gratificação Específica do Magistério Superior - GEMAS devida ao docente integrante da Carreira de Magistério Superior, nos valores previstos no Anexo V-B.

Parágrafo único. A gratificação a que se refere o caput integrará os proventos da aposentadoria e as pensões, observada a legislação vigente. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Art. 12. O ingresso na Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus far-se-á no nível inicial das Classes C, D ou E, mediante habilitação em concurso público de provas e títulos, somente podendo ocorrer no nível 1 dessas Classes.

§ 1º Para investidura no cargo da carreira de que trata o caput deste artigo exigir-se-á:

I - habilitação específica obtida em Licenciatura Plena ou habilitação legal equivalente, para ingresso na Classe C;

II - curso de Especialização, para ingresso na Classe D;

III - grau de Mestre, ou título de Doutor, para ingresso na Classe E.

§ 2º A instituição poderá prescindir da observância do pré-requisito previsto no inciso III do § 1º deste artigo em relação a áreas de conhecimento cuja excepcionalidade seja reconhecida pelo Conselho Superior competente da instituição federal de ensino.

Art. 13. A progressão na Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus ocorrerá, exclusivamente, por titulação e desempenho acadêmico, nos termos de portaria expedida pelo Ministro de Estado da Educação:

I - de um nível para outro, imediatamente superior, dentro da mesma Classe; ou

II - de uma para outra Classe.

§ 1º A progressão de que trata o inciso I do caput deste artigo será feita após o cumprimento, pelo docente, do interstício de 2 (dois) anos no respectivo nível, mediante avaliação de desempenho, ou interstício de 4 (quatro) anos de atividade em órgão público.

§ 2º A progressão prevista no inciso II do caput deste artigo far-se-á, independentemente do interstício, por titulação ou mediante avaliação de desempenho acadêmico do docente que não obtiver a titulação necessária, mas que esteja, no mínimo, há 2 (dois) anos no nível 4 da respectiva Classe ou com interstício de 4 (quatro) anos de atividade em órgão público, exceto para a Classe Especial.

§ 3º A progressão dos professores pertencentes à Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus para a Classe Especial ocorrerá mediante avaliação de desempenho daqueles que estejam posicionados há pelo menos 2 (dois) anos no nível 4 da Classe E e que possuam o mínimo de: (NR) (Redação dada pela Lei nº 11.490, de 20.06.2007, DOU 21.06.2007, conversão da Medida Provisória nº 341, de 29.12.2006, DOU 29.12.2006 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"§ 3º A progressão dos professores pertencentes à Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus para a Classe Especial ocorrerá mediante avaliação de desempenho daqueles que estejam posicionados há pelo menos dois anos no nível 4 da Classe E e que possuam o mínimo de: (NR) (Redação dada pela Medida Provisória nº 341, de 29.12.2006, DOU 29.12.2006 - Ed. Extra)"

"§ 3º A progressão dos professores pertencentes à Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus para a Classe Especial ocorrerá mediante avaliação de desempenho daqueles que estejam posicionados no nível 4 da Classe E e que possuam o mínimo de:"

I - 8 (oito) anos de efetivo exercício de Magistério em instituição de ensino federal ou dos extintos Territórios Federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, quando portadores de título de Mestre ou Doutor;

II - 15 (quinze) anos de efetivo exercício de Magistério em instituição de ensino federal ou dos extintos Territórios Federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, quando portadores de diploma de Especialização, Aperfeiçoamento ou Graduação.

Art. 14. A progressão funcional para a Classe Especial dos servidores que possuam titulação acadêmica inferior à de graduação e estejam posicionados no nível 4 da Classe E poderá ocorrer se:

I - tiverem ingressado na carreira de Magistério de 1º e 2º Graus até a data de publicação desta Lei; e

II - possuírem o mínimo de 15 (quinze) anos de efetivo exercício de Magistério em instituição de ensino federal ou dos extintos Territórios Federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima.

Art. 15. Os atuais ocupantes de cargos da Classe de Professor Titular da Carreira de Magistério de 1º e 2º Graus, de que trata a Lei nº 7.596, de 1987, passam a compor a Classe Especial.

Parágrafo único. Os que se aposentaram na condição de que trata o caput deste artigo e os beneficiários de pensão cujo instituidor se encontrava naquela condição fazem jus às vantagens relativas à Classe Especial.

Art. 16. Os servidores que se aposentaram no nível 4 da Classe E e os beneficiários de pensão cujo instituidor se encontrava nessa situação poderão perceber as vantagens relativas ao enquadramento na Classe Especial, mediante opção, desde que tenham cumprido os requisitos constantes dos incisos I e II do § 3º do art. 13 ou do art. 14 desta Lei, até a data da passagem para a inatividade.

Parágrafo único. A opção de que trata o caput deste artigo implicará a renúncia das vantagens incorporadas por força do art. 184 da Lei nº 1.711, de 28 de outubro de 1952, e do art. 192 da Lei nº 8.112, de 1990.

Art. 17. Os padrões de vencimento básico da carreira de Magistério de 1º e 2º Graus passam a ser os constantes do Anexo VII desta Lei, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2006.

Carreiras da Área da Ciência e Tecnologia

Art. 18. O valor do vencimento básico, das Carreiras de Pesquisa em Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Tecnológico e de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 28 de julho de 1993, é o disposto no Anexo VIII-A a esta Lei, produzindo efeitos financeiros nas datas nele estabelecidas. (Redação dada pelo Medida Provisória Nº 568 DE 11/05/2012)

Art. 18. O valor do vencimento básico, das Carreiras de Pesquisa em Ciência e Tecnologia; Desenvolvimento Tecnológico; e de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 28 de julho de 1993, passa a ser o do Anexo VIII desta Lei, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2006.(RedaçãoAnterior)

Art. 18-A. A estrutura remuneratória dos servidores de nível superior integrantes das Carreiras referidas no art. 18 desta Lei será composta das seguintes parcelas:

I - Vencimento Básico, conforme valores estabelecidos no Anexo VIII-A desta Lei;

II - Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia - GDACT, instituída pelo art. 19 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001; e

III - Retribuição por Titulação - RT. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 18-B. A estrutura remuneratória dos servidores de níveis intermediário e auxiliar integrantes das Carreiras referidas no art. 18 desta Lei será composta das seguintes parcelas:

I - Vencimento Básico, conforme valores estabelecidos no Anexo VIII-A desta Lei;

II - Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia - GDACT, instituída pelo art. 19 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001; e

III - Gratificação de Qualificação - GQ. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 18-C. Os servidores integrantes das Carreiras referidas no art. 18 desta Lei não fazem jus à percepção da Vantagem Pecuniária Individual - VPI, de que trata a Lei nº 10.698, de 2 de julho de 2003. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19. (Revogado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória nº 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 19. A partir de 1º de fevereiro de 2006, a GDACT, instituída pelo art. 19 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, devida aos servidores de nível superior, intermediário e auxiliar, será atribuída em função do alcance das metas de desempenho coletivo e do alcance das metas de desempenho institucional fixadas em ato do dirigente máximo do órgão ou da entidade.
§ 1º A avaliação de desempenho coletivo visa a aferir o desempenho do conjunto de servidores de cada uma das unidades do órgão ou entidade, no exercício das atribuições do cargo ou função, para o alcance das metas de desempenho institucional do órgão ou entidade.
§ 2º A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o alcance dos objetivos organizacionais pelo órgão ou entidade.
§ 3º Os critérios, a periodicidade e os procedimentos de avaliação coletiva e institucional e de atribuição da GDACT serão estabelecidos em regulamento."

Art. 19-A. A partir de 1º de julho de 2008, a GDACT, devida aos servidores de nível superior, intermediário e auxiliar integrantes das Carreiras de que trata o art. 18 desta Lei, será atribuída aos servidores que a ela fazem jus em função do alcance das metas de desempenho individual e do alcance das metas de desempenho institucional dos respectivos órgãos de lotação.

§ 1º A avaliação de desempenho individual visa aferir o desempenho do servidor no órgão ou entidade de lotação, no exercício das atribuições do cargo ou função, com vistas ao alcance das metas de desempenho institucional.

§ 2º A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o alcance das metas organizacionais, podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho, além de outras características específicas. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-B. A GDACT será paga observado o limite máximo de 100 (cem) pontos e o mínimo de 30 (trinta) pontos por servidor, correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo VIII-B desta Lei. (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-C. A pontuação referente à GDACT será assim distribuída:

I - até 20 (vinte) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual; e

II - até 80 (oitenta) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-D. Ato do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDACT.

Parágrafo único. Os critérios e procedimentos específicos de avaliação individual e institucional e de atribuição da GDACT serão estabelecidos em ato conjunto dos Ministros de Estado da Ciência e Tecnologia e do Planejamento, Orçamento e Gestão. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-E. As metas referentes à avaliação de desempenho institucional serão fixadas anualmente em ato dos dirigentes máximos dos órgãos ou entidades de lotação dos servidores que fazem jus à GDACT. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-F. Os valores a serem pagos a título de GDACT serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho individual e institucional pelo valor do ponto constante do Anexo VIII-B, observados o nível, a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-G. Até que seja publicado o ato a que se refere o parágrafo único do art. 19-D, e processados os resultados da primeira avaliação individual e institucional, conforme disposto nesta Lei, todos os servidores que fizerem jus à GDACT deverão percebê-la em valor correspondente ao último percentual recebido a título de GDACT, convertido em pontos que serão multiplicados pelo valor constante do Anexo VIII-B desta Lei, conforme disposto no art. 19-F desta Lei.

§ 1º O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da data de publicação do ato a que se refere o parágrafo único do art. 19-D desta Lei, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor.

§ 2º O disposto no caput aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDACT. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-H. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício, sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho, o servidor continuará percebendo a GDACT em valor correspondente ao da última pontuação obtida, até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno.

§ 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica aos casos de cessão.

§ 2º Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro, o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou cessão sem direito à percepção da GDACT no decurso do ciclo de avaliação receberão a gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-I. O titular de cargo efetivo de que trata o art. 18 desta Lei, em exercício no seu órgão ou entidade de lotação, quando investido em cargo em comissão ou função de confiança fará jus à GDACT da seguinte forma:

I - os investidos em função de confiança ou cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 3, 2, 1 ou equivalentes, perceberão a GDACT calculada conforme disposto no art. 19-F desta Lei; e

II - os investidos em cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 6, 5, 4, ou equivalentes, perceberão a GDACT calculada com base no valor máximo da parcela individual, somado ao resultado da avaliação institucional do período.

Parágrafo único. A avaliação institucional referida no inciso II do caput deste artigo será a do órgão ou entidade de lotação do servidor. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-J. O titular de cargo efetivo de que trata o art. 18 desta Lei quando não se encontrar em exercício no seu órgão ou entidade de lotação somente fará jus à GDACT quando:

I - cedido para entidades vinculadas ao seu órgão de lotação, situação na qual perceberá a GDACT com base nas regras aplicáveis como se estivesse em efetivo exercício no seu órgão de lotação;

II - requisitado pela Presidência ou Vice-Presidência da República ou em casos previstos em lei, situação na qual perceberá a GDACT conforme disposto no inciso I do caput deste artigo; e

III - cedido para órgãos ou entidades da União distintos dos indicados nos incisos I e II do caput deste artigo e investido em cargos de Natureza Especial, de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS 6, 5, 4 ou equivalentes, e perceberá a GDACT calculada com base no resultado da avaliação institucional do período.

Parágrafo único. A avaliação institucional referida no inciso III do caput deste artigo será a do órgão ou entidade de lotação do servidor. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-L. Ocorrendo exoneração do cargo em comissão, com manutenção do cargo efetivo, o servidor que faça jus à GDACT continuará a percebê-la em valor correspondente à da última pontuação que lhe foi atribuída, na condição de ocupante de cargo em comissão, até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-M. O servidor ativo beneficiário da GDACT que obtiver na avaliação de desempenho individual pontuação inferior a 50% (cinqüenta por cento) da pontuação máxima estabelecida para essa parcela será imediatamente submetido a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional, conforme o caso, sob responsabilidade do seu órgão ou entidade de lotação.

Parágrafo único. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 19-N. A GDACT não poderá ser paga cumulativamente com qualquer outra gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade, independentemente da sua denominação ou base de cálculo. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Art. 20. (Revogado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória nº 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 20. A GDACT é devida aos servidores de nível superior, intermediário e auxiliar no percentual, a partir de 1º de fevereiro de 2006, de até 30% (trinta por cento), incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho coletivo, e de até 20% (vinte por cento), incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em decorrência dos resultados da avaliação institucional."

Art. 21. (Revogado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória nº 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 21. ................................................
I - .........................................................
II - a partir de 30 de maio de 2006, e até que seja regulamentada a parcela da GDACT referente à avaliação de desempenho coletivo, de que trata o § 1º do art. 19 desta Lei, será paga a cada servidor, observado o respectivo nível, classe e padrão, em valor correspondente à média do percentual percebido pelos servidores, como resultado da avaliação de desempenho individual, em janeiro de 2006, ao conjunto dos servidores de cada órgão ou entidade a que se refere o § 1º do art. 1º da Lei nº 8.691, de 28 de julho de 1993; e (NR) (Redação dada ao inciso pela Lei nº 11.490, de 20.06.2007, DOU 21.06.2007, conversão da Medida Provisória nº 341, de 29.12.2006, DOU 29.12.2006 - Ed. Extra)
III - ......................................................."


"Art. 21. ................................................
I - .........................................................
II - a partir de 30 de maio de 2006, e até que seja regulamentada a parcela da GDACT referente à avaliação de desempenho coletivo, de que trata o § 1º do art. 19, será paga a cada servidor, observado o respectivo nível, classe e padrão, em valor correspondente à média do percentual percebido pelos servidores, como resultado da avaliação de desempenho individual, em janeiro de 2006, ao conjunto dos servidores de cada órgão ou entidade a que se refere o § 1º do art. 1º da Lei nº 8.691, de 1993; e (NR) ( Redação dada ao inciso pela Medida Provisória nº 341, de 29.12.2006, DOU 29.12.2006 - Ed. Extra)
III - ......................................................."

"Art. 21. A partir de 1º de fevereiro de 2006, a Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia - GDACT, instituída pelo art. 19 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 2001, será paga, aos servidores que a ela fazem jus, observando-se o seguinte:
I - de 1º de fevereiro de 2006 até a data de publicação desta Lei a parcela da GDACT correspondente à avaliação de desempenho coletivo será paga a cada servidor no valor correspondente ao valor por ele percebido, a título da parcela individual da GDACT, em janeiro de 2006;
II - a partir da data de publicação desta Lei e até que seja regulamentada a parcela da GDACT referente à avaliação de desempenho coletivo, de que trata o § 1º do art. 19 desta Lei, será paga a cada servidor em valor corresponde à média dos valores pagos, como resultado da avaliação de desempenho individual, ao conjunto dos servidores de cada órgão ou entidade, a que se refere o § 1º do art. 1º da Lei nº 8.691, de 1993; e
III - a partir de 1º de fevereiro de 2006 e até que seja regulamentada, a parcela da GDACT referente à avaliação de desempenho institucional, de que trata o § 2º do art. 19 desta Lei, será paga a cada servidor no valor correspondente ao valor por ele percebido, a título da parcela institucional da GDACT, em janeiro de 2006."

Carreira de Fiscal Federal Agropecuário

Art. 22. O caput do art. 4º da Lei nº 10.883, de 16 de junho de 2004, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 4º Os valores dos padrões de vencimento básico dos cargos da Carreira a que se refere o art. 1º desta Lei são os fixados no Anexo III desta Lei, com efeitos financeiros a partir das datas nele especificadas.

........................................................................................" (NR)

Art. 23. O Anexo III da Lei nº 10.883, de 2004, passa a vigorar na forma do Anexo IX desta Lei, com efeitos financeiros a partir das datas referidas no Anexo.

Cargos da área de apoio à Fiscalização Federal Agropecuária

Art. 24. Fica estendida aos ocupantes dos cargos de Técnico de Laboratório e de Auxiliar de Laboratório pertencentes ao Quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, a partir de 1º de fevereiro de 2006, a concessão da Gratificação de Desempenho de Atividade Técnica de Fiscalização Agropecuária - GDATFA, instituída pela Lei nº 10.484, de 3 de julho de 2002.

Parágrafo único. Em decorrência do disposto no caput deste artigo, os servidores ali referenciados deixam de fazer jus à Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa - GDATA, de que trata a Lei nº 10.404, de 9 de janeiro de 2002, desde o início da percepção da GDATFA.

Art. 25. A Lei nº 10.484, de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 2º ...................................................................................

§ 1º A GDATFA tem por finalidade incentivar a melhoria da qualidade e da produtividade nas ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a pontuação atribuída a cada servidor observará os desempenhos institucional e individual.

§ 2º O limite global de pontuação mensal de que dispõe cada órgão ou entidade, por nível, para ser atribuído aos seus servidores ativos que fazem jus à GDATFA e estão sujeitos a avaliação individual corresponderá a 80 (oitenta) vezes o número desses servidores.

§ 3º Caso a aplicação das avaliações ultrapasse o montante de pontos estabelecidos no § 2º deste artigo, os pontos serão tratados estatisticamente, segundo dispuser regulamento, de modo a ajustar a distribuição e o conseqüente pagamento da gratificação ao limite global estabelecido.

§ 4º A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o alcance dos objetivos organizacionais, podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho, além de outras características específicas de cada órgão ou entidade.

§ 5º A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo ou função, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais.

§ 6º Os ocupantes de cargo de Direção e Assessoramento Superiores do Grupo DAS níveis DAS-1 a DAS-4 ou equivalentes não serão avaliados individualmente e terão a correspondente pontuação estabelecida pelo respectivo percentual de cumprimento das metas institucionais.

§ 7º Os ocupantes de cargos comissionados de Natureza Especial do Poder Executivo e do Grupo DAS níveis DAS-6 e DAS-5, bem como de seus equivalentes, perceberão a GDATFA em valor correspondente à pontuação máxima." (NR)

"Art. 5º .....................................................................................

II - o valor correspondente a 20 (vinte) pontos, quando percebida por período inferior a 60 (sessenta) meses.

........................................................................................" (NR)

Art. 26. O Anexo da Lei nº 10.484, de 2002, passa a vigorar nos termos do Anexo X desta Lei produzindo efeitos financeiros a partir das datas especificadas no referido Anexo.

Art. 27. Os cargos efetivos de Técnico de Laboratório e de Auxiliar de Laboratório do Quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento são reestruturados, a partir de 1º de fevereiro de 2006, em classes A, B, C e Especial, na forma do Anexo XI desta Lei.

Art. 28. O posicionamento dos atuais ocupantes dos cargos referidos no art. 27 desta Lei dar-se-á conforme a correlação estabelecida nos Anexos XII e XIII desta Lei.

Art. 28-A. A partir de 1º de abril de 2008, o cargo de provimento efetivo de Auxiliar de Laboratório do Quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fica reestruturado na forma do Anexo XI-A desta Lei, observada a correlação estabelecida na forma do Anexo XIII-A desta Lei. (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Art. 29. Os padrões de vencimento básico dos cargos de que trata o art. 27 desta Lei passam a ser, a partir de 1º de fevereiro de 2006, os constantes do Anexo XIV desta Lei.

Art. 29-A. A partir de 1º de abril de 2008, os padrões de vencimento básico dos cargos de Técnico de Laboratório e Auxiliar de Laboratório, de que trata o art. 27 desta Lei, passam a ser os constantes do Anexo XIV-A desta Lei. (NR) (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Art. 29-B. A partir de 1º de abril de 2008, a estrutura remuneratória dos integrantes dos cargos efetivos de Técnico de Laboratório e de Auxiliar de Laboratório do Quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, referidos no art. 27 desta Lei terá a seguinte composição:

I - Vencimento Básico; e

II - Gratificação de Desempenho de Atividade Técnica de Fiscalização Agropecuária - GDATFA.

§ 1º A partir de 1º de abril de 2008, os integrantes dos cargos efetivos referidos no caput deste artigo não farão jus à percepção das seguintes parcelas remuneratórias:

I - Gratificação de Atividade - GAE, de que trata a Lei Delegada nº 13, de 27 de agosto de 1992;

II - Vantagem Pecuniária Individual - VPI, de que trata a Lei nº 10.698, de 2 de julho de 2003.

§ 2º A partir de 1º de abril de 2008, o valor da GAE fica incorporado ao vencimento básico dos servidores integrantes dos cargos efetivos referidos no caput deste artigo. (Artigo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Servidores em efetivo exercício no DENASUS

Art. 30. Fica criada a Gratificação de Desempenho de Atividade de Execução e Apoio Técnico à Auditoria - GDASUS, devida aos ocupantes de cargos de provimento efetivo regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, em efetivo exercício no Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde - DENASUS, do Ministério da Saúde, que cumpram jornada de trabalho semanal de 40 (quarenta) horas, enquanto permanecerem nesta condição.

§ 1º Satisfeitas as condições estabelecidas no caput deste artigo, a concessão da GDASUS observará o quantitativo máximo de servidores beneficiários fixado em 750 (setecentos e cinqüenta) servidores, independentemente do número de servidores em exercício no DENASUS, sendo:

I - 410 (quatrocentos e dez) servidores ocupantes de cargo de nível superior;

II - 330 (trezentos e trinta) servidores ocupantes de cargo de nível intermediário; e

III - 10 (dez) servidores ocupantes de cargo de nível auxiliar.

§ 2º Respeitado o limite global estabelecido no § 1º deste artigo, poderá haver alteração dos quantitativos fixados em seus incisos, mediante ato do Ministro de Estado da Saúde, desde que haja compensação numérica de um inciso para outro e não acarrete aumento de despesa.

§ 3º A GDASUS produzirá efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2006.

Art. 31. A GDASUS será atribuída em função do desempenho individual do servidor e do desempenho institucional do DENASUS, com base em metas previamente estabelecidas.

§ 1º A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições exercidas no DENASUS, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais.

§ 2º A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho no alcance dos objetivos organizacionais, podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho, além de outras características específicas.

§ 3º Regulamento disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho institucional e individual e do pagamento da GDASUS.

§ 4º Os critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDASUS serão estabelecidos pelo Ministro de Estado da Saúde, observada a legislação vigente.

Art. 32. A GDASUS será paga observando-se os seguintes limites:

I - máximo, 100 (cem) pontos por servidor; e

II - mínimo, 10 (dez) pontos por servidor, correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo XV desta Lei.

§ 1º A pontuação referente à GDASUS está assim distribuída:

I - até 20 (vinte) pontos percentuais de seu limite máximo serão atribuídos em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual; e (Redação dada ao inciso pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"I - até 40 (quarenta) pontos percentuais de seu limite máximo serão atribuídos em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual; e"

II - até 80 (oitenta) pontos percentuais serão atribuídos em decorrência da avaliação do resultado institucional do DENASUS. (NR) (Redação dada ao inciso pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"II - até 60 (sessenta) pontos percentuais serão atribuídos em decorrência da avaliação do resultado institucional do DENASUS."

§ 2º O valor a ser pago a título de GDASUS será calculado multiplicando-se o somatório dos pontos aferidos nas avaliações de desempenho institucional e individual pelo valor do ponto constante do Anexo XV, observados o nível, a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor. (NR) (Redação dada ao parágrafo pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"§ 2º O valor a ser pago a título de GDASUS será calculado multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho institucional e individual pelo valor do ponto constante do Anexo XV desta Lei."

§ 3º Para fins de avaliação das metas institucionais vinculadas à GDASUS e pagamento da parcela correspondente, ato do Poder Executivo estabelecerá percentuais mínimos e máximos para consideração do cumprimento das metas, sendo que:

I - avaliações abaixo do percentual mínimo estabelecido serão consideradas insatisfatórias e a retribuição financeira corresponderá ao percentual estabelecido no inciso II do caput deste artigo;

II - avaliações iguais ou superiores ao percentual máximo definido conforme dispõe este parágrafo serão consideradas como plenamente satisfatórias e resultarão no pagamento integral da parcela institucional; e

III - os percentuais de gratificação concedidos no intervalo entre os limites inferior e superior definidos pelo ato normativo de que trata este parágrafo serão reposicionados segundo distribuição proporcional e linear nesse intervalo.

§ 4º As avaliações referentes aos desempenhos institucional e individual serão apuradas semestralmente baseados em indicadores previamente estabelecidos em ato do Ministro de Estado da Saúde e monitoradas durante cada período avaliativo e produzirão efeitos financeiros mensais.

§ 5º A média das avaliações de desempenho individual do conjunto de servidores de que trata o art. 30 desta Lei, não poderá ser proporcionalmente superior ao resultado da avaliação de desempenho institucional do DENASUS.

§ 6º A GDASUS será processada no mês subseqüente ao término do período avaliativo e seus efeitos financeiros se iniciarão no mês seguinte ao de processamento das avaliações.

Art. 33. Até a edição dos atos referidos nos §§ 3º e 4º do art. 31, a GDASUS será paga aos servidores em exercício no DENASUS, que a ela façam jus, nos valores correspondentes a 80 (oitenta) pontos por servidor, observado o valor do ponto constante do Anexo XV, de acordo com o respectivo nível, classe e padrão.

Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados e funções de confiança que fazem jus à GDASUS. (NR) (Redação dada ao artigo pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 33. Até a edição dos atos referidos nos §§ 3º e 4º do art. 31 desta Lei, a GDASUS será paga aos servidores em exercício no DENASUS, que a ela façam jus, nos valores correspondentes a 80 (oitenta) pontos por servidor, observado o valor do ponto constante do Anexo XV desta Lei."

Art. 34. A partir do primeiro dia do mês em que forem fixadas as metas de desempenho institucional do DENASUS e até que sejam processados os resultados da respectiva avaliação de desempenho, poderão ser antecipados até 80% (oitenta por cento) do valor máximo da GDASUS, conforme o nível, a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor, observando-se, nesse caso: (NR) (Redação dada pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 34. A partir do primeiro dia do mês em que forem fixadas as metas de desempenho institucional do DENASUS e até que sejam processados os resultados da respectiva avaliação de desempenho, poderão ser antecipados até 80% (oitenta por cento) do valor máximo da GDASUS, conforme o nível do cargo, observando-se, nesse caso:"

I - a existência de disponibilidade orçamentária e financeira para a realização de despesa; e

II - a compensação da antecipação concedida no pagamento da referida gratificação dentro do mesmo exercício financeiro.

Parágrafo único. Na impossibilidade da compensação integral da antecipação concedida na forma do inciso II do caput deste artigo, o saldo remanescente deverá ser compensado nos valores devidos em cada mês no exercício financeiro seguinte, até a quitação do resíduo.

Art. 35. A GDASUS não poderá ser paga cumulativamente com quaisquer outras gratificações de desempenho por atividade ou de produtividade, independentemente da sua denominação ou base de cálculo.

§ 1º É assegurado ao servidor que perceba gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade em decorrência do exercício do respectivo cargo efetivo, qualquer que seja a sua denominação ou base de cálculo, optar pela continuidade do seu recebimento, hipótese em que não fará jus à GDASUS.

§ 2º Até que seja processada sua primeira avaliação de desempenho, o servidor que passar a fazer jus à GDASUS perceberá, dentre as seguintes situações, a que produzir efeitos financeiros mais benéficos:

I - em relação à parcela da GDASUS calculada com base na avaliação individual, 1/3 (um terço) do respectivo percentual máximo, sendo-lhe atribuído o mesmo valor devido aos demais servidores no que diz respeito à parcela institucional da referida gratificação; ou

II - o valor da gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade a que fazia jus em decorrência do seu cargo efetivo, recebido na data anterior àquela em que passou a fazer jus à GDASUS.

§ 3º O servidor que passar a receber a GDASUS pode, a qualquer tempo, optar por voltar a receber a gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade a que faz jus em decorrência do exercício das atribuições do respectivo cargo efetivo, considerando o Plano de Carreiras ou cargos a que pertença. (NR) (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 35-A. Em caso de afastamentos e licenças considerados pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, como de efetivo exercício, sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção da GDASUS, o servidor continuará percebendo a gratificação correspondente à última pontuação obtida até que seja processada sua primeira avaliação após o retorno.

Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica aos casos de cessão. (Artigo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 35-B. Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro, o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou de cessão ou de outros afastamentos sem direito à percepção da GDASUS, no decurso do ciclo de avaliação, receberão a respectiva gratificação no valor correspondente a 1/3 (um terço) do percentual máximo da parcela individual, aplicando-se a avaliação institucional no período, observado o nível, a classe e o padrão do cargo efetivo. (Artigo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 35-C. Os titulares dos cargos efetivos referidos no caput do art. 30 quando em exercício no próprio DENASUS e investidos em cargo em comissão ou função de confiança farão jus à GDASUS da seguinte forma:

I - os investidos em função de confiança ou cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 3, 2, 1 ou equivalentes, perceberão a GDASUS calculada conforme disposto no § 2º do art. 32; e

II - os investidos em cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 5, 4 ou equivalentes, perceberão a GDASUS com base no valor máximo de sua parcela individual somado ao valor decorrente do resultado da avaliação institucional do período.

Parágrafo único. A avaliação institucional referida no inciso II será a do DENASUS. (Artigo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 35-D. Ocorrendo exoneração do cargo em comissão, com manutenção do cargo efetivo, o servidor que faça jus à GDASUS continuará a percebê-la em valor correspondente ao da última pontuação que lhe foi atribuída, na condição de ocupante de cargo em comissão, até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração. (Artigo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 35-E. O servidor ativo beneficiário da GDASUS que obtiver na avaliação de desempenho individual pontuação inferior a 50% (cinquenta por cento) da pontuação máxima estabelecida para essa parcela será imediatamente submetido a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional, conforme o caso, sob responsabilidade do DENASUS.

Parágrafo único. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor. (Artigo acrescentado pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Art. 36. Para fins de incorporação da GDASUS aos proventos de aposentadoria ou às pensões, serão adotados os seguintes critérios: (Redação dada pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"Art. 36. A GDASUS integrará os proventos de aposentadoria e as pensões somente quando percebida pelo servidor no exercício do cargo há pelo menos 60 (sessenta) meses e será calculada, para essa finalidade, pela média aritmética dos valores percebidos pelo servidor nos últimos 60 (sessenta) meses anteriores à aposentadoria ou à instituição da pensão."

I - para as aposentadorias e pensões instituídas até 19 de fevereiro de 2004, a GDASUS será: (Acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

a) a partir de 1º de março de 2008, correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor máximo do respectivo nível, classe e padrão; (Redação dada à alínea pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"a) a partir de 1º de março de 2008, correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor máximo do respectivo nível; (Alínea acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

b) a partir de 1º de janeiro de 2009, correspondente a 50% (cinquenta por cento) do valor máximo do respectivo nível, classe e padrão; (NR) (Redação dada à alínea pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"b) a partir de 1º de janeiro de 2009, correspondente a 50% (cinqüenta por cento) do valor máximo do respectivo nível; (Alínea acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

II - para as aposentadorias e pensões instituídas após 19 de fevereiro de 2004:

a) quando aos servidores que lhes deram origem se aplicar o disposto nos arts. 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, e no art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, aplicar-se-ão os percentuais constantes do inciso I do caput deste artigo;

b) aos demais aplicar-se-á, para fins de cálculo das aposentadorias e pensões, o disposto na Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004. (Redação dada ao inciso pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"II - para as aposentadorias e pensões instituídas após 19 de fevereiro de 2004:
a) quando aos servidores que lhes deu origem se aplicar o disposto nos arts. 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, e o art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, aplicar-se-á o percentual constante no inciso I deste artigo;
b) aos demais aplicar-se-á, para fins de cálculo das aposentadorias e pensões, o disposto na Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004. (NR) (Redação dada ao artigo pela Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)"

§ 1º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"§ 1º O interstício exigido na parte inicial do caput deste artigo não se aplica aos casos de:
I - aposentadorias que ocorrerem por força dos incisos I e II do caput do art. 186 da Lei nº 8.112, de 1990; ou
II - afastamentos, no interesse da administração, para missão ou estudo no exterior, ou para servir em organismo internacional."

§ 2º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"§ 2º A média aritmética a que se refere a parte final do caput deste artigo será apurada com base no período:
I - ocorrido entre a instituição da gratificação e o mês anterior à efetiva aposentadoria, na hipótese de que trata o inciso I do § 1º deste artigo; ou
II - de 12 (doze) meses de percepção das gratificações, subseqüentes ao retorno do servidor, na hipótese do inciso II do § 1º deste artigo."

§ 3º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"§ 3º A parcela incorporada aos proventos com base no disposto no caput deste artigo não poderá ser percebida cumulativamente com a parcela incorporada em decorrência do recebimento de gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade, independentemente de sua denominação ou base de cálculo, facultado o direito de opção pela incorporação aos proventos da parcela mais vantajosa."

§ 4º (Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"§ 4º No caso de ocorrer a aposentadoria ou a instituição de pensão antes de decorrer o período assinalado no caput deste artigo, a GDASUS será paga no percentual de 30% (trinta por cento) do valor máximo da gratificação conforme o nível do cargo."

Art. 37. Será instituído comitê de avaliação de desempenho no âmbito do DENASUS, com a finalidade de julgar os recursos interpostos quanto ao resultado das avaliações individuais.

Art. 38. O Diretor do DENASUS encaminhará aos Secretários-Executivos dos Ministérios da Saúde e do Planejamento, Orçamento e Gestão, até o primeiro dia útil do mês subseqüente ao de processamento, relatório simplificado discorrendo sobre:

I - distribuição das avaliações individuais indicando sua média e seu desvio-padrão, discriminado por cargo e unidade de trabalho;

II - resultado das metas institucionais por unidade;

III - enumeração dos projetos e atividades decorrentes da fixação de metas; e

IV - número de recursos ou processos impetrados no âmbito administrativo contra avaliações de desempenho individuais.

Art. 39. As atividades de Execução e Apoio Técnico à Auditoria de Saúde de competência do DENASUS poderão ser realizadas por servidores que se encontrem em exercício naquele Departamento.

Art. 40. Na hipótese de existência de situações de risco, resistência ou dificultação ao exercício das atribuições de execução e apoio técnico à auditoria de saúde, inerentes às atividades de competência do DENASUS, o servidor responsável pela ação em curso poderá acionar as instâncias específicas do Poder Público Federal, inclusive as autoridades policiais, no sentido de prover a necessária garantia à realização dos trabalhos.

Disposições Finais e Transitórias

Art. 41. A aplicação do disposto nesta Lei, aos servidores ativos, aos inativos e aos beneficiários de pensão não poderá implicar redução de remuneração, provento ou pensão.

§ 1º Constatada a redução de remuneração, provento ou pensão decorrente da aplicação do disposto nesta Lei, a diferença será paga a título de vantagem pessoal nominalmente identificada, sujeita exclusivamente à atualização decorrente de revisão geral da remuneração dos servidores públicos federais.

§ 2º Na hipótese prevista no § 1º, a vantagem pessoal nominalmente identificada será absorvida por ocasião da reorganização ou da reestruturação da tabela remuneratória, da concessão de reajustes, adicionais, gratificações ou vantagens de quaisquer natureza ou do desenvolvimento no cargo, conforme o caso.

Art. 42. Ficam revogados:

I - a Lei nº 8.243, de 14 de outubro de 1991;

II - os Anexos II, II-A, VI e VI-A, da Lei nº 9.367, de 16 de dezembro de 1996;

III - o parágrafo único do art. 17, os §§ 2º e 3º do art. 20, o art. 20-a, o art. 51, no ponto em que dá nova redação aos arts. 3º e 15 da Lei nº 9.650, de 27 de maio de 1998, o art. 52, o Anexo IX, e o Anexo XII, todos da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001;

IV - o art. 3º e a Tabela "a" do Anexo I da Lei nº 10.405, de 9 de janeiro de 2002;

V - os arts. 3º e 4º da Lei nº 11.036, de 22 de dezembro de 2004; e

VI - o art. 1º, no ponto em que dá nova redação ao art. 20-a da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, o art. 20 e o Anexo V, todos da Lei nº 11.094, de 13 de janeiro de 2005.

Art. 43. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Congresso Nacional, em 8 de setembro de 2006; 185º da Independência e 118º da República.

Senador RENAN CALHEIROS

Presidente da Mesa do Congresso Nacional

ANEXO I
(ANEXO II DA LEI Nº 9.650, DE 27 DE MAIO DE 1998)
CARREIRA DE ESPECIALISTA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL
TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO

CARGO DE ANALISTA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL 
CLASSE  PADRÃO  VALOR A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 (R$)  VALOR A PARTIR DE 1º DE JUNHO DE 2006 (R$) 
ESPECIAL  IV  5.138,53  5.258,03 
III  4.892,30  5.006,08 
II  4.749,81  4.860,27 
4.611,47  4.718,71 
III  4.319,44  4.419,89 
II  4.193,63  4.291,16 
4.071,49  4.166,17 
III  3.812,70  3.901,37 
II  3.701,66  3.787,74 
3.593,84  3.677,42 
III  3.455,62  3.535,98 
II  3.354,97  3.432,99 
3.257,25  3.333,00 
CARGO DE TÉCNICO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL 
CLASSE  PADRÃO  VALOR A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 (R$)  VALOR A PARTIR DE 1º DE JUNHO DE 2006 (R$) 
ESPECIAL  IV  2.553,18  2.612,56 
III  2.430,06  2.486,57 
II  2.358,82  2.413,68 
2.289,64  2.342,89 
III  2.142,44  2.192,27 
II  2.080,04  2.128,41 
2.019,46  2.066,43 
III  1.891,10  1.935,08 
II  1.836,02  1.878,72 
1.782,54  1.824,00 
III  1.713,99  1.753,85 
II  1.664,07  1.702,77 
1.615,60  1.653,17 

ANEXO II
(ANEXO IV DA LEI Nº 9.650, DE 27 DE MAIO DE 1998).
FUNÇÕES COMISSIONADAS DO BANCO CENTRAL (FCBC)
TABELA DE FCBC VIGENTE A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2006
DIREÇÃO/ASSESSORAMENTO

CÓDIGO QUANTITATIVO   VALOR UNITÁRIO (R$)   TOTAL (R$)  
FDS-1/FDJ-1  4.875,00  9.750,00 
FDE-1/FCA-1  40  4.135,00  165.400,00 
FDE-2/FCA-2  86  3.184,00  273.824,00 
FDT-1/FCA-3  260  2.274,00  591.240,00 
FDO-1/FCA-4  660  1.800,00  1.188.000,00 
FCA-5  297  800,00  237.600,00 
TOTAL (1) 1.345   -   2.465.814,00  

SUPORTE

CÓDIGO QUANTITATIVO   VALOR UNITÁRIO (R$)   TOTAL (R$)  
FST-1  12  550,00  6.600,00 
FST-2  88  400,00  35.200,00 
FST-3  40  300,00  12.000,00 
TOTAL (2) 140   -   53.800,00  
TOTAL GERAL (1 + 2)   1.485   -   2.519.614,00  

ANEXO III
ESTRUTURA DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR, A PARTIR DE 1º DE MAIO DE 2006

CARREIRA  CLASSE  NÍVEL 
MAGISTÉRIO SUPERIOR  TITULAR 
ASSOCIADO 
ADJUNTO 
ASSISTENTE 
AUXILIAR 

ANEXO IV
VALORES DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR, A PARTIR DE 1º DE MAIO DE 2006

CLASSE  NÍVEL  VENCIMENTO BÁSICO (EM R$) 
20 HORAS  40 HORAS  DEDICAÇÃO EXCLUSIVA 
TITULAR  323,47  646,95  1.002,77 
ASSOCIADO  306,93  613,88  951,52 
299,32  598,64  927,89 
291,71  583,42  904,30 
284,10  568,20  880,71 
ADJUNTO  253,66  507,34  786,38 
243,24  486,49  754,06 
232,97  465,94  722,21 
222,94  445,89  691,13 
ASSISTENTE  204,71  409,41  634,59 
196,03  392,07  607,71 
188,00  376,01  582,82 
180,43  360,86  559,33 
AUXILIAR  166,53  333,05  516,23 
159,77  319,54  495,29 
153,44  306,86  475,63 
147,40  294,79  456,92 

ANEXO IV-A
VALORES DO VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR
EFEITOS FINANCEIROS: A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009

Em R$ 
CLASSE   NÍVEL   VENCIMENTO BÁSICO 
REGIME DE TRABALHO  
20 HORAS   40 HORAS   DEDICAÇÃO EXCLUSIVA  
TITULAR   1   1.003,50   2.007,00   3.110,85  
ASSOCIADO   4   946,70   1.893,40   2.934,77  
3   919,13   1.838,26   2.849,30  
2   892,36   1.784,72   2.766,32  
1   889,76   1.779,52   2.758,26  
ADJUNTO   4   817,33   1.634,66   2.533,72  
3   793,52   1.587,04   2.459,91  
2   770,41   1.540,82   2.388,27  
1   747,97   1.495,94   2.318,71  
ASSISTENTE   4   705,63   1.411,26   2.187,45  
3   685,08   1.370,16   2.123,75  
2   665,13   1.330,26   2.061,90  
1   645,76   1.291,52   2.001,86  
AUXILIAR   4   609,21   1.218,42   1.888,55  
3   591,47   1.182,94   1.833,56  
2   574,24   1.148,48   1.780,14  
1   557,51   1.115,02  
1.728,28  

(Redação dada ao Anexo pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória nº 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"ANEXO IV-A
VALORES DO VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR
EFEITOS FINANCEIROS: A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009

Em R$   
CLASSE   NÍVEL   VENCIMENTO BÁSICO   
REGIME DE TRABALHO   
20 HORAS   40 HORAS   DEDICAÇÃO EXCLUSIVA   
TITULAR   1   1.003,50   2.007,00   3.110,85   
ASSOCIADO   4   946,70   1.893,40   2.934,77   
3   919,13   1.838,26   2.849,30   
2   892,36   1.784,72   2.766,32   
1   889,76   1.779,52   2.758,26   
ADJUNTO   4   817,33   1.634,66   2.533,72   
3   793,52   1.587,04   2.459,91   
2   770,41   1.540,82   2.388,27   
1   747,97   1.495,94   2.318,71   
ASSISTENTE   4   705,63   1.411,26   2.187,45   
3   685,08   1.370,16   2.123,75   
2   665,13   1.330,26   2.061,90   
1   645,76   1.291,52   2.001,86   
AUXILIAR   4   609,21   1.218,42   1.888,55   
3   591,47   1.182,94   1.833,56   
2   574,24   1.148,48   1.780,14   

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

ANEXO V
(Revogado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra, com efeitos a partir de 14.05.2008)

Nota: Redação Anterior:
"ANEXO V
(ANEXO DA LEI Nº 9.678, DE 3 DE JULHO DE 1998)
VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE ESTÍMULO À DOCÊNCIA NA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR, A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2006, EM REAIS (R$)
a) Regime de trabalho de vinte horas semanais:

CLASSE   NÍVEL   TITULAÇÃO ACADÊMICA   
Doutorado   Mestrado   Especialização   Aperfeiçoamento   Graduação   
TITULAR   1   4,87   3,57   2,59   2,50   2,50   
ASSOCIADO   4   4,26   3,07   
3   
2   
1   
ADJUNTO   4   
3   
2   
1   
ASSISTENTE   4   3,05   
3   
2   
1   
AUXILIAR   4   2,92   2,61   
3   
2   
1   

b) Regime de trabalho de quarenta horas semanais:

CLASSE   NÍVEL   TITULAÇÃO ACADÊMICA   
Doutorado   Mestrado   Especialização   Aperfeiçoamento   Graduação   
TITULAR   1   12,16   8,94   5,25   5,07   4,86   
ASSOCIADO   4   10,66   7,69   
3   
2   
1   
ADJUNTO   4   
3   
2   
1   
ASSISTENTE   4   7,59   
3   
2   
1   
AUXILIAR   4   7,32   5,84   
3   
2   
1   

c) Regime de trabalho de dedicação exclusiva:

CLASSE   NÍVEL   TITULAÇÃO ACADÊMICA   
Doutorado   Mestrado   Especialização   Aperfeiçoamento   Graduação   
TITULAR   1   19,79   11,19   7,85   7,58   7,36   
ASSOCIADO   4   16,75   
3   
2   
1   
ADJUNTO   4   
3   
2   
1   
ASSISTENTE   4   12,77   
3   
2   
1   
AUXILIAR   4   10,87   7,95   
3   
2   
1   "

ANEXO V-A
RETRIBUIÇÃO POR TITULAÇÃO DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR - RT
(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

a) Carreira do Magistério Superior - Valores da RT para o Regime de 20 horas semanais

Em R$ 
CLASSE  NÍVEL  EFEITOS FINANCEIROS  EFEITOS FINANCEIROS 
A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
APERF  ESPEC  MESTR  DOUT  APERF  ESPEC  MESTR  DOUT 
TITULAR  81,87  227,54  507,88  1.012,71  160,78  340,42  722,66  1.400,49 
ASSOCIADO      439,01  878,18      720,98  1.248,02 
411,92  796,44  671,61  1.158,00 
411,77  757,94  665,91  1.075,78 
411,62  757,79  665,76  1.051,03 
ADJUNTO  63,88  122,70  293,03  638,98  155,56  195,24  464,64  849,91 
62,77  121,59  283,83  612,44  148,48  185,87  450,53  826,91 
61,66  117,33  274,88  586,79  141,46  176,65  436,71  804,44 
60,55  113,19  266,19  564,26  69,67  167,59  423,15  782,50 
ASSISTENTE  59,44  105,63  250,06    60,03  154,43  401,56   
58,33  101,81  242,07  58,91  145,73  388,76 
57,22  98,09  234,31  57,79  137,17  376,21 
56,11  94,48  226,77  56,67  128,72  363,89 
AUXILIAR  55,00  87,91    55,55  120,94   
53,89  84,57  54,43  117,00 
52,78  81,33  53,31  113,19 
51,67  78,18  52,19  109,50 

(Alínea acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

b) Carreira do Magistério Superior - Valores da RT para o Regime de 40 horas semanais

CLASSE NÍVEL   EFEITOS FINANCEIROS   EFEITOS FINANCEIROS 
A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   APERF   ESPEC   MESTR   DOUT  
TITULAR   99,47  423,27  864,06  2.231,96  168,81  452,29  1.276,40  2.571,40 
ASSOCIADO       847,34  1.887,20      1.126,47  2.269,92 
    847,25  1.887,11      1.125,84  2.240,05 
    847,15  1.887,01      1.125,21  2.226,36 
    847,06  1.886,92      1.124,58  2.225,73 
ADJUNTO  99,26  354,85  614,29  1.654,15  101,57  354,85  868,16  1.968,16 
95,21  340,30  588,21  1.636,57  99,34  340,30  830,84  1.900,84 
91,20  325,95  561,82  1.619,49  97,18  325,95  802,14  1.842,14 
87,28  311,94  535,85  1.602,91  95,09  311,94  771,21  1.782,11 
ASSISTENTE   82,73  289,03  498,42    87,32  289,03  748,42   
61,25  255,36  485,91  81,08  255,36  734,16 
60,08  218,06  473,65  74,90  218,06  720,16 
58,92  167,01  461,60  68,75  168,02  706,37 
AUXILIAR   57,75  92,31    62,78  155,55   
56,58  88,80  58,14  148,73 
55,42  85,40  57,31  142,03 
54,25  82,09  56,48  135,45 

(Redação dada à alínea pela Lei nº 12.269, de 21.06.2010, DOU 22.06.2010, conversão da Medida Provisória nº 479, de 30.12.2009, DOU 30.12.2009 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"b) Carreira do Magistério Superior - Valores da RT para o Regime de 40 horas semanais
Em R$   
CLASSE   NÍVEL   EFEITOS FINANCEIROS   EFEITOS FINANCEIROS   
A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009   A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010   
APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   
TITULAR   1   97,47   423,27   864,06   2.231,96   168,81   452,29   1.276,40   2.571,40   
ASSOCIADO   4         847,34   1.887,20         1.126,47   2.269,92   
3   847,25   1.887,11   1.125,84   2.240,05   
2   847,15   1.887,01   1.125,21   2.226,36   
1   847,06   1.886,92   1.124,58   2.225,73   
ADJUNTO   4   99,26   354,85   614,29   1.654,15   101,57   354,85   868,16   1.968,16   
3   95,21   340,30   588,21   1.636,57   99,34   340,30   830,84   1.900,84   
2   91,20   325,95   561,82   1.619,49   97,18   325,95   802,14   1.842,14   
1   87,28   311,94   535,85   1.602,91   95,09   311,94   771,21   1.782,11   
ASSISTENTE   4   82,73   289,03   498,42      87,32   289,03   748,42      
3   61,25   255,36   485,91   81,08   255,36   734,16   
2   60,08   218,06   473,65   74,90   218,06   720,16   
1   58,92   167,01   461,60   68,75   168,02   706,37   
AUXILIAR   4   57,75   92,31      62,78   155,55      
3   56,58   88,80   58,14   148,73   
2   55,42   85,40   57,31   142,03   
1   54,25   82,09   56,48   135,45   
(Alínea acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)"

c) Carreira do Magistério Superior - Valores da RT para o Regime de Dedicação Exclusiva Em R$

CLASSE   NÍVEL   EFEITOS FINANCEIROS   EFEITOS FINANCEIROS  
A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   APERF   ESPEC   MESTR   DOUT  
TITULAR   1   297,40  629,19  2.529,29  5.865,99  435,34  794,01  3.032,07  6.968,43 
ASSOCIADO   4       2.524,80  5.591,44      3.030,97  6.967,33 
3       2.524,17  5.530,30      3.030,34  6.858,45 
2       2.523,54  5.472,95      3.029,71  6.857,62 
1       2.522,91  5.299,92      3.029,08  6.815,21 
ADJUNTO  4   176,37  572,31  1.765,18  3.583,43  282,94  578,03  2.130,17  4.250,33 
3   160,69  540,38  1.688,76  3.476,98  274,64  545,78  2.044,92  4.136,10 
2   144,19  507,87  1.628,50  3.373,38  267,95  512,95  1.984,37  4.024,97 
1   135,09  483,11  1.569,09  3.365,27  261,45  483,55  1.924,68  3.916,88 
ASSISTENTE   4   124,07  443,65  1.409,95    249,19  454,35  1.709,18   
3   118,83  424,90  1.408,84  243,23  442,37  1.672,92 
2   113,98  407,54  1.407,73  237,45  432,10  1.630,44 
1   109,40  391,13  1.406,62  231,84  422,12  1.592,90 
AUXILIAR   4   101,00  361,04    221,25  403,30   
3   96,92   346,44  216,12  394,16 
2   93,07   332,68  201,66  375,82 
1   89,43   319,64  187,32  357,72 

(Redação dada à alínea pela Lei nº 12.269, de 21.06.2010, DOU 22.06.2010, conversão da Medida Provisória nº 479, de 30.12.2009, DOU 30.12.2009 - Ed. Extra)

Nota: Redação Anterior:
"c) Carreira do Magistério Superior - Valores da RT para o Regime de Dedicação Exclusiva
Em R$   
CLASSE   NÍVEL   EFEITOS FINANCEIROS   EFEITOS FINANCEIROS   
A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009   A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010   
APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   APERF   ESPEC   MESTR   DOUT   
TITULAR   1   297,40   629,19   2.259,29   5.865,99   435,34   794,01   3.032,07   6.968,43   
4         2.524,80   5.591,44         3.030,97   6.967,33   
ASSOCIADO   3   2.524,17   5.530,30   3.030,34   6.858,45   
2   2.523,54   5.472,95   3.029,71   6.857,62   
1   2.522,91   5.299,92   3.029,08   6.815,21   
4   176,37   572,31   1.765,18   3.583,43   282,94   578,03   2.130,17   4.250,33   
ADJUNTO   3   160,69   540,38   1.688,76   3.476,98   274,64   545,78   2.044,92   4.136,10   
2   144,19   507,87   1.628,50   3.373,38   267,95   512,95   1.984,37   4.024,97   
1   135,09   483,11   1.569,09   3.365,27   261,45   483,55   1.924,68   3.916,88   
4   124,07   443,65   1.409,95      249,19   454,35   1.709,18      
ASSISTENTE   3   118,83   424,90   1.408,84   243,23   442,37   1.672,92   
2   113,98   407,54   1.407,73   237,45   432,10   1.630,44   
1   109,40   391,13   1.406,62   231,84   422,12   1.592,90   
4   101,00   361,04      221,25   403,30      
AUXILIAR   3   96,92   346,44   216,12   394,16   
2   93,07   332,68   201,66   375,82   
1   89,43   319,64   187,32   357,72   
(Alínea acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)"

ANEXO V-B
GRATIFICAÇÃO ESPECÍFICA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR - GEMAS

a) Carreira do Magistério Superior - Valores da GEMAS para o regime de 20 horas semanais

Em R$ 
CLASSE  NÍVEL  A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
TITULAR  978,88  1.078,78 
ASSOCIADO  977,77  1.077,68 
976,66  1.077,05 
975,55  1.076,42 
974,44  1.075,79 
ADJUNTO  973,33  1.075,16 
972,22  1.067,60 
971,11  1.060,10 
970,00  987,83 
ASSISTENTE  968,89  986,72 
967,78  985,61 
966,67  984,50 
965,56  983,39 
AUXILIAR  964,45  982,28 
963,34  981,17 
962,23  980,06 
961,12  978,95 

b) Carreira do Magistério Superior - Valores da GEMAS para o Regime de 40 horas semanais

Em R$
CLASSE  NÍVEL  A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
TITULAR  1.027,82  1.112,90 
ASSOCIADO  1.026,66  1.111,80 
1.025,49  1.111,17 
1.024,33  1.110,54 
1.023,16  1.109,91 
ADJUNTO  1.022,00  1.109,28 
1.020,83  1.101,72 
1.019,67  1.094,22 
1.018,50  1.021,95 
ASSISTENTE  1.017,33  1.021,12 
1.016,17  1.020,29 
1.015,00  1.019,46 
1.013,84  1.018,63 
AUXILIAR  1.012,67  1.017,80 
1.011,51  1.016,97 
1.010,34  1.016,14 
1.009,18  1.015,31 

c) Carreira do Magistério Superior - Valores da GEMAS para o Regime de Dedicação Exclusiva

Em R$ 
CLASSE  NÍVEL  A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009  A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010 
TITULAR  1.469,97  1.675,77 
ASSOCIADO  1.334,75  1.522,35 
1.211,10  1.381,90 
1.098,63  1.254,03 
1.065,46  1.130,08 
ADJUNTO  1.065,13  1.129,25 
1.054,58  1.118,89 
1.043,08  1.108,49 
1.038,87  1.098,08 
ASSISTENTE  1.037,68  1.088,37 
1.036,49  1.077,87 
1.035,30  1.067,37 
1.034,12  1.056,83 
AUXILIAR  1.032,92  1.046,90 
1.031,74  1.036,30 
1.030,55  1.035,19 
1.029,36 
1.034,08 

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

ANEXO VI
ESTRUTURA DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO DE 1º E 2º GRAUS

CARREIRA  CLASSE  NÍVEL 
MAGISTÉRIO DE 1º E 2º GRAUS  ESPECIAL 

ANEXO VII
VALORES DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO DE 1º E 2º GRAUS

Professores de Magistério de 1º e 2º Graus - Dedicação Exclusiva 
Classe  Nível  Graduação  Aperfeiçoamento  Especialização  Mestrado  Doutorado 
Especial  989,49  1.038,96  1.108,22  1.236,86  1.484,23 
837,66  879,54  938,18  1.047,07  1.256,49 
802,24  842,36  898,51  1.002,81  1.203,37 
768,38  806,79  860,58  960,47  1.152,56 
735,28  772,04  823,51  919,10  1.102,92 
681,36  715,43  763,13  851,70  1.022,04 
657,57  690,45  736,48  821,97  986,36 
644,37  676,59  721,69  805,46  966,55 
632,51  664,13  708,41  790,64  948,76 
624,08  655,28  698,96  780,09  936,11 
612,84  643,48  686,38  766,05  919,26 
601,92  632,02  674,15  752,40  902,88 
593,31  622,97  664,51  741,64  889,96 
484,98  509,23  543,18  606,23  727,47 
463,69  486,88  519,33  579,61  695,54 
445,84  468,13  499,34  557,30  668,76 
423,95  445,15  474,83  529,94  635,93 
402,11  422,22  450,37  502,64  603,17 
384,76  404,00  430,94  480,96  577,15 
368,32  386,74  412,52  460,40  552,48 
354,49  372,22  397,03  443,11  531,74 
Professores de Magistério de 1º e 2º Graus - 40 Horas 
Classe  Nível  Graduação  Aperfeiçoamento  Especialização  Mestrado  Doutorado 
Especial  638,38  670,30  714,98  797,97  957,57 
540,42  567,44  605,27  675,53  810,63 
517,57  543,45  579,68  646,97  776,36 
495,72  520,51  555,21  619,65  743,58 
474,38  498,09  531,30  592,97  711,56 
439,59  461,57  492,34  549,49  659,38 
424,24  445,46  475,15  530,31  636,37 
415,72  436,51  465,61  519,65  623,58 
408,07  428,48  457,04  510,09  612,11 
402,63  422,76  450,94  503,29  603,94 
395,38  415,15  442,83  494,23  593,07 
388,34  407,75  434,94  485,42  582,51 
382,78  401,92  428,72  478,48  574,17 
312,89  328,54  350,44  391,12  469,34 
299,15  314,11  335,05  373,94  448,73 
286,19  300,50  320,54  357,74  429,29 
273,52  287,19  306,34  341,89  410,27 
259,43  272,40  290,56  324,28  389,14 
248,24  260,65  278,03  310,30  372,36 
237,63  249,51  266,15  297,04  356,45 
228,70  240,14  256,15  285,88  343,06 
Professores de Magistério de 1º e 2º Graus - 20 Horas 
Classe  Nível  Graduação  Aperfeiçoamento  Especialização  Mestrado  Doutorado 
Especial  319,19  335,15  357,49  398,99  478,78 
270,21  283,72  302,64  337,76  405,32 
258,79  271,73  289,84  323,48  388,18 
247,87  260,26  277,61  309,83  371,80 
237,19  249,05  265,66  296,49  355,79 
219,79  230,78  246,16  274,74  329,68 
212,13  222,73  237,58  265,16  318,19 
207,86  218,25  232,80  259,83  311,79 
204,03  214,23  228,51  255,04  306,05 
201,31  211,37  225,47  251,64  301,96 
197,69  207,58  221,41  247,11  296,54 
194,16  203,87  217,46  242,70  291,24 
191,40  200,97  214,36  239,25  287,10 
156,44  164,26  175,21  195,55  234,66 
149,58  157,05  167,53  186,97  224,36 
143,10  150,26  160,27  178,88  214,65 
136,76  143,60  153,17  170,95  205,14 
129,72  136,20  145,28  162,15  194,58 
124,12  130,32  139,01  155,15  186,18 
118,82  124,76  133,08  148,53  178,23 
114,35  120,07  128,07  142,94  171,53 

ANEXO VIII
VALORES DE VENCIMENTO BÁSICO DAS CARREIRAS DA ÁREA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

a) Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia.

NÍVEL  CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO (R$) A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
Superior  Pesquisador  TITULAR  III  2.870,70 
    II  2.754,99 
      2.643,94 
    ASSOCIADO  III  2.489,58 
    II  2.389,23 
      2.292,94 
    ADJUNTO  III  2.159,07 
    II  2.072,05 
      1.988,52 
    ASSISTENTE DE PESQUISA  III  1.872,43 
    II  1.796,97 
      1.724,54 

b) Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

Tabela I (b)

NÍVEL  CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO (R$) A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
Superior  Tecnologista Analista em Ciência e Tecnologia  SÊNIOR  III  2.870,70 
II  2.754,99 
      2.643,94 
    PLENO III  III  2.489,58 
    II  2.389,23 
      2.292,94 
    PLENO II  III  2.159,07 
    II  2.072,05 
      1.988,52 
    PLENO I  III  1.872,43 
    II  1.796,97 
      1.724,54 
    JÚNIOR  III  1.623,86 
    II  1.558,40 
      1.495,59 

Tabela II (b)

NÍVEL  CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO (R$) A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
Intermediário Técnico Assistente em Ciência e Tecnologia  TÉCNICO III ASSISTENTE III III  1.438,40 
II  1.383,69 
1.330,96 
TÉCNICO II ASSISTENTE II VI  1.280,10 
1.231,04 
IV  1.183,67 
III  1.137,98 
II  1.093,78 
1.051,08 
TÉCNICO I ASSISTENTE I VI  1.009,94 
970,09 
IV  931,62 
III  894,38 
II  858,39 
823,49 

Tabela III (b)

NÍVEL  CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO (R$) A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
Auxiliar  Auxiliar Técnico Auxiliar em Ciência e Tecnologia  AUXILIAR TÉCNICO II AUXILIAR II VI  637,53 
621,37 
IV  605,62 
III  590,28 
II  575,32 
560,75 
AUXILIAR TÉCNICO I AUXILIAR I VI  536,59 
523,00 
IV  509,75 
III  496,82 
II  484,24 
471,96 

ANEXO VIII-A

VENCIMENTO BÁSICO

a) Vencimento Básico do cargo de Pesquisador da Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VENCIMENTO BÁSICO

EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Pesquisador

TITULAR

III

3.836,51

4.411,76

6.114,87

II

3.688,95

4.247,94

5.895,05

I

3.547,07

4.090,76

5.683,81

ASSOCIADO

III

3.346,29

3.868,24

5.384,03

II

3.217,59

3.724,92

5.191,05

I

3.093,83

3.586,32

5.004,41

ADJUNTO

III

2.918,71

3.391,47

4.741,30

II

2.806,45

3.266,17

4.572,02

I

2.698,52

3.144,98

4.408,33

ASSISTENTE DE PESQUISA

III

2.545,77

2.974,13

4.176,86

II

2.447,86

2.864,86

4.028,77

I

2.353,71

2.758,63

3.884,92

b) Vencimento Básico dos cargos de nível superior de Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Analista em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$

CARGOS

CLASSE

PADRÃO

VENCIMENTO BÁSICO

EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Tecnologista

Analista em Ciência e Tecnologia

SÊNIOR

III

3.836,51

4.411,76

6.114,87

II

3.688,95

4.247,94

5.895,05

I

3.547,07

4.090,76

5.683,81

PLENO III

III

3.346,29

3.868,24

5.384,03

II

3.217,59

3.724,92

5.191,05

I

3.093,83

3.586,32

5.004,41

PLENO II

III

2.918,71

3.391,47

4.741,30

II

2.806,45

3.266,17

4.572,02

I

2.698,52

3.144,98

4.408,33

PLENO I

III

2.545,77

2.974,13

4.176,86

II

2.447,86

2.864,86

4.028,77

I

2.353,71

2.758,63

3.884,92

JÚNIOR

III

2.220,48

2.608,44

3.681,08

II

2.135,07

2.512,25

3.550,43

I

2.052,95

2.419,07

3.423,68

c) Vencimento Básico dos cargos de nível intermediário de Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Assistente em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VENCIMENTO BÁSICO

EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Técnico

Assistente em Ciência e Tecnologia

TÉCNICO III

ASSISTENTE III

III

1.922,33

2.210,57

3.064,37

II

1.852,77

2.133,52

2.961,09

I

1.785,60

2.059,29

2.861,56

TÉCNICO II

ASSISTENTE II

VI

1.720,61

1.988,99

2.768,78

V

1.657,84

1.919,25

2.675,10

IV

1.597,11

1.851,34

2.583,74

III

1.538,37

1.787,54

2.499,35

II

1.481,45

1.724,12

2.413,84

I

1.426,37

1.662,36

2.330,42

TÉCNICO I

ASSISTENTE I

VI

1.373,12

1.604,17

2.253,30

V

1.321,46

1.546,58

2.175,34

IV

1.271,50

1.490,25

2.098,96

III

1.222,98

1.436,66

2.027,64

II

1.176,03

1.383,79

1.955,82

I

1.130,38

1.331,97

1.885,33

d) Vencimento Básico dos cargos de nível auxiliar de Auxiliar Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Auxiliar em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-estrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VENCIMENTO BÁSICO A PARTIR DE

 

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

 

Auxiliar Técnico

Auxiliar em Ciência

e Tecnologia

AUXILIAR

TÉCNICO II

AUXILIAR II

VI

837,35

942,00

1.193,55

 

V

816,13

918,13

1.165,08

 

IV

795,45

894,86

1.137,21

 

III

775,29

872,18

1.109,93

 

II

755,64

850,08

1.083,43

 

I

736,49

828,54

1.057,49

 

AUXILIAR

TÉCNICO I

AUXILIAR I

VI

704,78

792,86

1.013,81

 

V

686,92

772,77

989,52

 

IV

669,51

753,19

965,94

 

III

652,54

734,10

942,85

 

II

636,00

715,50

920,45

 

I

619,88

697,37

898,52

 

(Redação dada pela Medida Provisória Nº 568 DE 11/05/2012)

Nota Legisweb: Redação Anterior:

ANEXO VIII-A

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

VENCIMENTO BÁSICO

a) Vencimento Básico do cargo de Pesquisador da Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Pesquisador  TITULAR  III  3.836,51  4.411,76 
II  3.688,95  4.247,94 
3.547,07  4.090,76 
ASSOCIADO  III  3.346,29  3.868,24 
II  3.217,59  3.724,92 
3.093,83  3.586,32 
ADJUNTO  III  2.918,71  3.391,47 
II  2.806,45  3.266,17 
2.698,52  3.144,98 
ASSISTENTE DE PESQUISA  III  2.545,77  2.974,13 
II  2.447,86  2.864,86 
2.353,71  2.758,63 

b) Vencimento Básico dos cargos de nível superior de Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Analista em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível auxiliar - Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$ 
CARGOS  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Tecnologista Analista em Ciência e Tecnologia SÊNIOR  III  3.836,51  4.411,76 
II  3.688,95  4.247,94 
3.547,07  4.090,76 
PLENO III  III  3.346,29  3.868,24 
II  3.217,59  3.724,92 
3.093,83  3.586,32 
PLENO II  III  2.918,71  3.391,47 
II  2.806,45  3.266,17 
2.698,52  3.144,98 
PLENO I  III  2.545,77  2.974,13 
II  2.447,86  2.864,86 
2.353,71  2.758,63 
JÚNIOR  III  2.220,48  2.608,44 
II  2.135,07  2.512,25 
2.052,95  2.419,07 

c) Vencimento Básico dos cargos de nível intermediário de Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Assistente em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Técnico Assistente em Ciência e Tecnologia TÉCNICO III ASSISTENTE III III  1.922,33  2.210,57 
II  1.852,77  2.133,52 
1.785,60  2.059,29 
TÉCNICO II ASSISTENTE II VI  1.720,61  1.988,99 
1.657,84  1.919,25 
IV  1.597,11  1.851,34 
III  1.538,37  1.787,54 
II  1.481,45  1.724,12 
1.426,37  1.662,36 
TÉCNICO I ASSISTENTE I VI  1.373,12  1.604,17 
1.321,46  1.546,58 
IV  1.271,50  1.490,25 
III  1.222,98  1.436,66 
II  1.176,03  1.383,79 
1.130,38  1.331,97 

d) Vencimento Básico dos cargos de nível auxiliar de Auxiliar Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Cargos de Auxiliar em Ciência e Tecnologia da Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Auxiliar Técnico Auxiliar em Ciência e Tecnologia AUXILIAR TÉCNICO II AUXILIAR II VI  837,35  942,00 
816,13  918,13 
IV  795,45  894,86 
III  775,29  872,18 
II  755,64  850,08 
736,49  828,54 
VI  704,78  792,86 
686,92  772,77 
AUXILIAR TÉCNICO I AUXILIAR I IV  669,51  753,19 
III  652,54  734,10 
II  636,00  715,50 
619,88  697,37 

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória

441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

ANEXO VIII-B

VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – GDACT 

a) Tabela I: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível superior - Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia:

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VALOR DO PONTO DA GDACT A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Pesquisador

TITULAR

III

24,17

27,79

22,23

II

23,55

27,12

21,70

I

22,94

26,46

21,17

ASSOCIADO

III

22,06

25,49

20,39

II

21,49

24,87

19,90

I

20,94

24,27

19,42

ADJUNTO

III

20,13

23,39

18,71

II

19,61

22,82

18,26

I

19,10

22,27

17,82

ASSISTENTE DE PESQUISA

III

18,37

21,46

17,17

II

17,90

20,94

16,75

I

17,44

20,44

16,35

b) Tabela II: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível superior - Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia e Carreira de Desenvolvimento Tecnológico

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VALOR DO PONTO DA GDACT A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Tecnologista

Analista em Ciência e Tecnologia

SÊNIOR

III

24,17

27,79

22,23

II

23,55

27,12

21,70

I

22,94

26,46

21,17

PLENO III

III

22,06

25,49

20,39

II

21,49

24,87

19,90

I

20,94

24,27

19,42

PLENO II

III

20,13

23,39

18,71

II

19,61

22,82

18,26

I

19,10

22,27

17,82

PLENO I

III

18,37

21,46

17,17

II

17,90

20,94

16,75

I

17,44

20,44

16,35

JÚNIOR

III

16,77

19,71

15,77

II

16,34

19,23

15,38

I

15,92

18,77

15,02

c) Tabela III: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível intermediário - Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VALOR DO PONTO DA GDACT A PARTIR DE

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

Técnico

Assistente em Ciência e Tecnologia

TÉCNICO III

ASSISTENTE III

III

12,11

13,93

11,14

II

11,83

13,62

10,90

I

11,55

13,32

10,66

TÉCNICO II

ASSISTENTE II

VI

11,34

13,11

10,49

V

11,07

12,82

10,26

IV

10,81

12,53

10,02

III

10,61

12,33

9,86

II

10,35

12,05

9,64

I

10,10

11,77

9,42

TÉCNICO I

ASSISTENTE I

VI

9,91

11,58

9,26

V

9,66

11,31

9,05

IV

9,42

11,04

8,83

III

9,24

10,85

8,68

II

9,00

10,59

8,47

I

8,77

10,33

8,26

d) Tabela IV: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível auxiliar - Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$

CARGO

CLASSE

PADRÃO

VALOR DO PONTO DA GDACT A PARTIR DE

 

1° JUL 2008

1° JUL 2009

1° JUL 2012

 

Auxiliar Técnico

Auxiliar em Ciência e Tecnologia

AUXILIAR TÉCNICO I

AUXILIAR II

VI

10,96

12,56

10,05

 

V

10,76

12,33

9,86

 

IV

10,56

12,10

9,68

 

III

10,36

11,87

9,50

 

II

10,17

11,65

9,32

 

I

9,98

11,43

9,14

 

AUXILIAR TÉCNICO I

AUXILIAR I

VI

9,63

11,03

8,82

 

V

9,45

10,82

8,66

 

IV

9,27

10,62

8,50

 

III

9,10

10,42

8,34

 

II

8,93

10,23

8,18

 

I

8,76

10,04

8,03

 

(Redação dada pela Medida Provisória Nº 568 DE 11/05/2012)

Nota Legisweb: Redação Anterior:

ANEXO VIII-B
(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - GDACT

a) Tabela I: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível superior - Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia:

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VALOR DO PONTO DA GDACT 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Pesquisador  TITULAR  III  24,17  27,79 
II  23,55  27,12 
22,94  26,46 
ASSOCIADO  III  22,06  25,49 
II  21,49  24,87 
20,94  24,27 
III  20,13  23,39 
ADJUNTO  II  19,61  22,82 
19,10  22,27 
ASSISTENTE DE PESQUISA  III  18,37  21,46 
II  17,90  20,94 
17,44  20,44 

b) Tabela II: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível superior - Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia e Carreira de Desenvolvimento Tecnológico

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VALOR DO PONTO DA GDACT 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Tecnologista Analista em Ciência e Tecnologia SÊNIOR  III  24,17  27,79 
II  23,55  27,12 
22,94  26,46 
PLENO III  III  22,06  25,49 
II  21,49  24,87 
20,94  24,27 
PLENO II  III  20,13  23,39 
II  19,61  22,82 
19,10  22,27 
PLENO I  III  18,37  21,46 
II  17,90  20,94 
17,44  20,44 
JÚNIOR  III  16,77  19,71 
II  16,34  19,23 
15,92  18,77 

c) Tabela III: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível intermediário - Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$ 
CARGO   CLASSE   PADRÃO   VALOR DO PONTO DA GDACT  
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE  
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Técnico Assistente em Ciência e Tecnologia TÉCNICO III ASSISTENTE III III   12,11  13,93 
II   11,83  13,62 
I   11,55  13,32 
VI   11,34  13,11 
V   11,07  12,82 
TÉCNICO II ASSISTENTE II IV   10,81  12,53 
III   10,61  12,33 
II   10,35  12,05 
I   10,10  11,77 
TÉCNICO I ASSISTENTE I VI   9,91  11,58 
V   9,66  11,31 
IV   9,42  11,04 
III   9,24  10,85 
II   9,00  10,59 
I   8,77  10,33 

d) Tabela IV: Valor do ponto da GDACT dos cargos de nível auxiliar - Carreira de Desenvolvimento Tecnológico e Carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia.

Em R$ 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  VALOR DO PONTO DA GDACT 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 
1º JUL 2008  1º JUL 2009 
Auxiliar Técnico Auxiliar em Ciência e Tecnologia AUXILIAR TÉCNICO II AUXILIAR II VI  10,96  12,56 
10,76  12,33 
IV  10,56  12,10 
III  10,36  11,87 
II  10,17  11,65 
9,98  11,43 
AUXILIAR TÉCNICO I AUXILIAR I VI  9,63  11,03 
9,45  10,82 
IV  9,27  10,62 
III  9,10  10,42 
II  8,93  10,23 
8,76  10,04 

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.907, de 02.02.2009, DOU 03.02.2009, conversão da Medida Provisória 441, de 29.08.2008, DOU 29.08.2008 - Ed. Extra)

ANEXO IX
(ANEXO III DA LEI NO 10.883, DE 16 DE JUNHO DE 2004).
TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DOS CARGOS DA CARREIRA DE FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO - EM R$

CLASSE  PADRÃO  EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE: 
1º DE FEVEREIRO DE 2006  1º DE JUNHO DE 2006 
ESPECIAL  IV  4.524,06  4.825,67 
III  4.392,29  4.685,11 
II  4.264,36  4.548,65 
4.140,17  4.416,18 
III  3.798,32  4.051,54 
II  3.687,67  3.933,52 
3.580,27  3.818,95 
III  3.475,99  3.707,72 
II  3.188,98  3.401,58 
3.096,09  3.302,50 
III  3.005,93  3.206,33 
II  2.918,36  3.112,92 
2.833,37  3.022,26 

ANEXO X
TABELA DE VALOR DO PONTO DA GDATFA

CARGO  VALOR DO PONTO EM R$ 
- AGENTE DE INSPEÇÃO SANITÁRIA E INDUSTRIAL DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL  A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006  A PARTIR DE 1º DE JUNHO DE 2006 
- AGENTE DE ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS     
- TÉCNICO DE LABORATÓRIO  25,09  28,23 
- AUXILIAR DE LABORATÓRIO  A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
  12,05 

ANEXO XI
ESTRUTURA DOS CARGOS DE TÉCNICO DE LABORATÓRIO E AUXILIAR DE LABORATÓRIO DO QUADRO DE PESSOAL DO MAPA, A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006

CARGOS  CLASSE  PADRÃO 
TÉCNICO DE LABORATÓRIO (nível intermediário)  ESPECIAL  IV 
AUXILIAR DE LABORATÓRIO (nível auxiliar) 
III 
II 
III 
II 
III 
II 
III 
II 

ANEXO XI-A
ESTRUTURA DOS CARGOS DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO, A PARTIR DE 1º DE ABRIL DE 2008

CARGO  CLASSE  PADRÃO 
Auxiliar de Laboratório  ESPECIAL  IV 
III 
II 

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

ANEXO XII
TABELA DE CORRELAÇÃO PARA O CARGO DE TÉCNICO DE LABORATÓRIO DO QUADRO DE PESSOAL DO MAPA A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006

SITUAÇÃO ATUAL  SITUAÇÃO NOVA 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  PADRÃO  CLASSE  CARGO 
TÉCNICO DE LABORATÓRIO  III  IV  ESPECIAL  TÉCNICO DE LABORATÓRIO 
II  III 
II 
VI 
III 
IV  II 
III 
II  III 
II 
VI 
III 
IV  II 
III 
II 
IV 
III 
II 

ANEXO XIII
TABELA DE CORRELAÇÃO PARA O CARGO DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO DO QUADRO DE PESSOAL DO MAPA A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006

SITUAÇÃO ATUAL  SITUAÇÃO NOVA 
CARGO  CLASSE  PADRÃO  PADRÃO  CLASSE  CARGO 
AUXILIAR DE LABORATÓRIO  III  IV  ESPECIAL  AUXILIAR DE LABORATÓRIO 
II  III 
II 
VI 
III 
IV  II 
III 
II  III 
II 
VI 
III 
IV  II 
III 
II   
 
 
IV   
III   
II   
 

ANEXO XIII-A
TABELA DE CORRELAÇÃO DO CARGO DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO A PARTIR DE 1º DE ABRIL DE 2008

CARGO  SITUAÇÃO ATUAL  SITUAÇÃO NOVA 
Auxiliar de Laboratório  CLASSE  PADRÃO  PADRÃO  CLASSE 
ESPECIAL  IV  IV  ESPECIAL 
III  III 
II  II 
III   
II 
III 
II 
III 
II 

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

ANEXO XIV
TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DOS CARGOS DE TÉCNICO DE LABORATÓRIO E DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO DO QUADRO DE PESSOAL DO MAPA

CARGO  CLASSE  PADRÃO  VALORES EM R$ A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006 
TÉCNICO DE LABORATÓRIO  ESPECIAL  IV  433,59 
III  401,04 
II  384,33 
368,30 
III  365,67 
II  350,48 
335,91 
III  321,93 
II  308,62 
295,79 
III  283,58 
II  271,86 
260,65 
AUXILIAR DE LABORATÓRIO  ESPECIAL  IV  221,89 
III  211,32 
II  201,27 
191,75 
III  182,66 
II  174,04 
165,81 
III  158,00 
II  150,61 
143,57 
III  136,86 
II  130,49 
124,46 

ANEXO XIV-A
TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO DOS CARGOS DE TÉCNICO DE LABORATÓRIO E AUXILIAR DE LABORATÓRIO COM IMPLEMENTAÇÕES A PARTIR DE 1º DE ABRIL DE 2008, 1º DE FEVEREIRO DE 2009 E 1º DE FEVEREIRO DE 2010

a) Tabela I: Valor do vencimento básico para os cargos de Técnico de Laboratório

Em R$

CLASSE   PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE  
1º ABR 2008   1º FEV 2009  1º FEV 2010  1º JUL 2010 
ESPECIAL   IV   1.188,50   1.284,35   1.387,93   2.583,76  
III   1.181,41   1.276,69   1.379,65   2.568,35  
II   1.174,36   1.269,08   1.371,42   2.553,03  
I   1.167,36   1.261,51   1.363,24   2.537,80  
C   III   1.153,52   1.246,55   1.347,08   2.507,71  
II   1.146,64   1.239,12   1.339,05   2.492,75  
I   1.139,80   1.231,73   1.331,06   2.477,88  
B   III   1.126,28   1.217,12   1.315,28   2.448,50  
II   1.119,56   1.209,86   1.307,44   2.433,90  
I   1.112,88   1.202,64   1.299,64   2.419,38  
A   III   1.099,68   1.188,38   1.284,23   2.390,69  
II   1.093,12   1.181,29   1.276,57   2.376,43  
I   1.086,60   1.174,24   1.268,96   2.362,26  

b) Tabela II: Valor do vencimento básico para os cargos de Auxiliar de Laboratório

Em R$

CLASSE   PADRÃO  VENCIMENTO BÁSICO 
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE  
1º ABR 2008   1º FEV 2009   1º FEV 2010   1º JUL 2010  
ESPECIAL   IV   1.100,00   1.188,71   1.284,58   1.916,84  
III   1.082,68   1.169,99   1.264,35   1.886,65  
II   1.065,63   1.151,56   1.244,44   1.856,94  
I   1.048,85   1.133,43   1.224,84  
1.827,70   

(Redação dada ao Anexo pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: Redação Anterior:
"TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO
DOS CARGOS DE TÉCNICO DE LABORATÓRIO E AUXILIAR DE LABORATÓRIO
Tabela I

Em R$   
CARGO   CLASSE   PADRÃO   A PARTIR DE 1º DE ABRIL DE 2008   A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009   A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2010   
Técnico de Laboratório   ESPECIAL   IV   1.188,50   1.284,35   1.387,93   
III   1.181,41   1.276,69   1.379,65   
II   1.174,36   1.269,08   1.371,42   
I   1.167,36   1.261,51   1.363,24   
C   III   1.153,52   1.246,55   1.347,08   
II   1.146,64   1.239,12   1.339,05   
I   1.139,80   1.231,73   1.331,06   
B   III   1.126,28   1.217,12   1.315,28   
II   1.119,56   1.209,86   1.307,44   
I   1.112,88   1.202,64   1.299,64   
A   III   1.099,68   1.188,38   1.284,23   
II   1.093,12   1.181,29   1.276,57   
I   1.086,60   1.174,24   1.268,96   

Tabela II

Em R$   
CARGO   CLASSE   PADRÃO   A PARTIR DE 1º DE ABRIL DE 2008   A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2009   A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2010   
Auxiliar de Laboratório   ESPECIAL   IV   1.100,00   1.188,71   1.284,58   
III   1.082,68   1.169,99   1.264,35   
II   1.065,63   1.151,56   1.244,44   
I   1.048,85   1.133,43   1.224,84   

(Anexo acrescentado pela Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra)

ANEXO XV
VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE EXECUÇÃO E APOIO TÉCNICO À AUDITORIA NO DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - GDASUS

a) Tabela I - Efeitos financeiros de 1º de março de 2008 até 31 de janeiro de 2010

Em R$

NÍVEL DO CARGO  VALOR DO PONTO  
A PARTIR DE 1º DE MARÇO DE 2008  
Superior   33,65  
Intermediário   19,60  
Auxiliar   7,70  

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b) Tabela II - Valor do ponto da GDASUS para os Cargos de Nível Superior:

Em R$

CLASSE    PADRÃO   A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2010    A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010    A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2011   
ESPECIAL    III    80,15    78,37    67,68   
II    78,58    76,92    65,70   
I    77,03    75,47    63,77   
C    VI    72,10    70,57    59,51   
V    70,04    68,54    57,77   
IV    68,02    66,57    56,08   
III    66,07    64,65    54,44   
II    64,17    62,79    52,85   
I    62,32    60,98    51,30   
B    VI    58,52    57,22    47,85   
V    56,84    55,58    46,45   
IV    55,20    53,97    45,09   
III    53,61    52,42    43,77   
II    52,06    50,90    42,49   
I    50,56    49,43    41,24   
A    V    47,47    46,37    38,45   
IV    46,11   45,04    37,33   
III    45,51    44,53    36,24   
II    44,03    43,06    35,18   
I    42,59    41,64    34,15   

c) Tabela III - Valor do ponto da GDASUS para os Cargos de Nível Intermediário:

Em R$

CLASSE    PADRÃO   A PARTIR DE 1º E FEVEREIRO DE 2010    A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2010    A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2011   
ESPECIAL    III    36,44    35,20    32,02   
II    36,04    35,26    30,75   
I   35,16   34,41   29,51  
C    VI   33,06   32,34   27,16  
V   31,83   31,11   26,03  
IV   31,06   30,37   24,94  
III   30,30   29,64   23,89  
II   29,17   28,53   22,88  
I   28,01   27,37   21,89  
B    VI   25,89   25,25   20,02  
V   24,83   24,19   19,12  
IV   23,80   23,16   18,25  
III   22,80   22,17   17,41  
II   21,83   21,19   16,59  
I   20,89   20,26   15,81  
A    V   19,16   18,52   14,31  
IV   18,30   17,66   13,60  
III   17,46   16,82   12,91  
II   16,65   16,02   12,25  
I   15,85   15,22   11,60  

(Redação dada ao Anexo pela Lei nº 12.277, de 30.06.2010, DOU 01.07.2010)

Nota: 1) Ver Lei nº 11.784, de 22.09.2008, DOU 23.09.2008, conversão da Medida Provisória nº 431, de 14.05.2008, DOU 14.05.2008 - Ed. Extra, que altera este Anexo.

2) Redação Anterior:
"ANEXO XV
VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE EXECUÇÃO E APOIO TÉCNICO À AUDITORIA NO DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - GDASUS

NÍVEL DO CARGO   VALOR DO PONTO (R$) A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2006   
Superior      14,20   
Intermediário      8,20   
Auxiliar         2,00   "