Portaria STF nº 100 de 27/05/2009

Norma Federal - Publicado no DO em 29 mai 2009

Torna público o Relatório de Gestão Fiscal referente ao primeiro quadrimestre de 2009.

O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, no uso de suas atribuições e com base no inciso III e parágrafo único do art. 54 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000,

Resolve:

Art. 1º Tornar público o Relatório de Gestão Fiscal referente ao primeiro quadrimestre de 2009, constante do anexo.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Min. GILMAR MENDES

ANEXO

UNIÃO - PODER JUDICIÁRIO

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL

DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL

ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

MAI/2008 A ABR/2009

RGF - ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea a) R$ Milhares 
DESPESA COM PESSOAL DESPESAS EXECUTADAS (Últimos 12 Meses) 
LIQUIDADAS (a)INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (b)
DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I) 252.673 19.720 
Pessoal Ativo 163.563 19.116 
Pessoal Inativo e Pensionistas 89.110 604 
Outras despesas de pessoal decorrentes de contratos de terceirização (§ 1º do art. 18 da LRF) - - 
DESPESAS NÃO COMPUTADAS (§ 1º do art. 19 da LRF) (II) 76.287 16.720 
Indenizações por Demissão e Incentivos a Demissão Voluntária - - 
Decorrentes de Decisão Judicial - - 
Despesas de Exercícios Anteriores 4.798 16.719 
Inativos e pensionistas com Recursos Vinculados 71.488 1 
DESPESA LÍQUIDA COM PESSOAL (III) = (I - II) 176.387 3.000 
DESPESA TOTAL COM PESSOAL - DTP (IV) = (III a + III b)  179.387 
   
APURAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO LIMITE LEGAL VALOR  
RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (V)  420.877.832 
% da DESPESA TOTAL COM PESSOAL - DTP sobre a RCL (VI) = (IV/V)*100  0,042622% 
LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) - 0,073726%  310.296 
LIMITE PRUDENCIAL (parágrafo único, art. 22 da LRF) - 0,070040%  294.782 
FONTE: SIAFI E PORTARIA Nº 82/2005 - STF  
 

Nota: Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em:

a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei nº 4.320/1964;

b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art. 35, inciso II da Lei nº 4.320/1964.

WASHINGTON LUIZ RIBEIRO DA SILVA

Secretário de Administração e Finanças

EDNA ISABEL BRITO GONÇALVES PRANDINI

Secretária de Controle Interno

ALCIDES DINIZ DA SILVA

Diretor-Geral