Portaria CGZA nº 69 de 19/06/2007
Norma Federal - Publicado no DO em 25 jun 2007
Aprova o Zoneamento Agrícola para a cultura de algodão herbáceo no Estado do Piauí, ano-safra 2007/2008.
O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias nº 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 6 de setembro de 2006, resolve:
Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de algodão herbáceo no Estado do Piauí, ano-safra 2007/2008, conforme anexo.
Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.
FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI
ANEXO1. NOTA TÉCNICA
O Estado do Piauí está situado entre o Meio Norte úmido e o Nordeste semi-árido, fato que estabelece características edafoclimáticas e ambientais diferenciadas. Em função de seu posicionamento, o Estado apresenta significativas diferenças climáticas entre algumas regiões: clima quente e úmido no norte, sul e sudoeste; clima semi-árido no leste, centro-sul e sudeste; e, ainda, uma região semiárida.
O sucesso da cultura do algodoeiro (Gossypium hirsutun L. r latifolium Hutch) no Piauí tem sido impulsionado pelas condições de clima favoráveis e terras planas, que permitem mecanização total da lavoura, principalmente na região Sul do Estado. Por outro lado, a distribuição irregular das chuvas e a freqüente ocorrência de veranicos são os fatores climáticos de maior risco para a produção do algodão.
O déficit hídrico e o excesso de umidade, no período compreendido entre 60 e 100 dias após a emergência (DAE), podem induzir a queda das estruturas frutíferas e comprometer a produção, pois aproximadamente 80% das estruturas responsáveis pela produção do algodoeiro são emitidas neste período.
Objetivou-se com o zoneamento agrícola delimitar as regiões e os períodos de semeadura com menor risco climático para o cultivo do algodoeiro herbáceo no Estado do Piauí. Na definição dos melhores períodos para a semeadura foi considerada a interação entre as necessidades da cultura, as ofertas climáticas e aspectos fitossanitários.
Para isso, utilizou-se um modelo de balanço hídrico da cultura para períodos de dez dias. Por se tratar de um modelo agroclimático, partiu-se do pressuposto de que não ocorrerão limitações quanto à fertilidade dos solos. O balanço hídrico foi realizado com o uso das seguintes variáveis:
a) precipitação pluvial: utilizaram-se as séries pluviométricas com, no mínimo, 25 anos de dados diários registrados das estações meteorológicas disponíveis no Estado;
b) evapotranspiração potencial: estimada pelo método de Pennam-Monteith;
c) ciclo e fases fenológicas: foram analisados os comportamentos de cultivares com ciclos precoce, médio e tardio, que representam as variedades recomendadas para o Nordeste brasileiro. Para efeito de simulação, o ciclo da cultura foi dividido em 4 fases, quais sejam: 1) Fase I - crescimento inicial; 2) Fase II - primeiro botão a primeira flor; 3) Fase III - primeira flor ao primeiro capulho e 4) Fase IV - primeiro capulho a colheita. Considerou-se o período crítico de 70 dias (30º-100º dia) com relação à necessidade de água;
d) coeficiente de cultura (Kc): usaram-se valores médios para períodos de dez dias determinados em condições de campo; e
e) reserva útil do solo: três classes de solos foram utilizadas: Solo Tipo 1, Solo Tipo 2 e Solo Tipo 3, com, respectivamente, 20 mm, 40 mm e 60 mm de água disponível nos primeiros 60 cm de profundidade.
Foram efetuadas simulações para épocas de semeadura, espaçadas de 10 dias, entre os meses de outubro e janeiro. Para cada data, o modelo estimou os índices de satisfação da necessidade de água (ISNA), definidos como a relação existente entre evapotranspiração real (ETr) e a evapotranspiração máxima da cultura do algodão (ETm).
Em seguida, realizou-se a análise freqüencial, ao nível de 80% de ocorrência dos índices de necessidade de água (ISNA). Esses valores foram georreferenciados em função da latitude e longitude e, com o uso de um sistema de informações geográficas (SIG), confeccionaram-se os mapas temáticos representativos das melhores áreas e períodos para a semeadura da cultura do algodão herbáceo no Estado do Piauí.
A definição das áreas de maior ou menor risco climático foi associada à ocorrência de déficit hídrico entre o trigésimo e o centésimo dia, que compreende a fase de formação do capulho, considerada a fase mais crítica em relação ao déficit hídrico. Para tanto, estabeleceram-se as seguintes classes de risco climático de acordo com o ISNA obtido:
1) Favorável (ISNA ? 0,55);
2) Intermediário (0,55> ISNA ? 0,35); e
3) Desfavorável (ISNA < 0,35).
Com base nas análises realizadas, foram encontrados quatro períodos favoráveis para a semeadura do algodão herbáceo, que se estendem entre os meses de dezembro e janeiro. A época de plantio do algodão no Estado do Piauí está relacionada ao grau de incidência de pragas e a possibilidade de colheita em período seco. Geralmente, as melhores épocas de plantio coincidem com o início do período chuvoso.
Para se evitar o ataque generalizado da praga do Bicudo (Anthonomus grandis), o período de plantio foi reduzido e unificado em, no máximo, 40 dias para todo o Estado do Piauí. Assim, as áreas que apresentaram datas aptas fora do período estabelecido, não foram recomendadas neste estudo.
Os resultados revelaram que os períodos de menor risco foram semelhantes entre as cultivares de ciclos precoce, médio e tardio para cada tipo de solo recomendado. A seguir, estão relacionados os tipos de solo, bem como os municípios aptos ao cultivo e os respectivos períodos para semeadura mais favoráveis para a cultura do algodão herbáceo no Estado do Piauí, sob o ponto de vista hídrido. Plantando nos períodos indicados, o produtor diminui a probabilidade de perdas das suas lavouras por deficiência hídrica.
Em função da variabilidade espacial das chuvas no Estado do Piauí, recomenda-se que a semeadura só deve ser realizada se, na data indicada pelo zoneamento, o solo apresentar umidade suficiente para a germinação e o desenvolvimento inicial das plantas.
2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO
O zoneamento agrícola de risco climático para o Estado do Piauí contempla como aptos ao cultivo de algodão herbáceo os solos Tipos 1, 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 10, de 14 de junho de 2005, publicada no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, página 12, alterada para Instrução Normativa nº 12, através de retificação publicada no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, página 6, que apresentam as seguintes características: Tipo 1: solos com teor de argila maior que 10% e menor ou igual a 15%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; ou teor de argila entre 15 e 35% e com menos de 70% de areia, que apresentam diferença de textura ao longo dos primeiros 50 cm da camada de solo, e com profundidade igual ou superior a 50 cm. Tipo 2: solos com teor de argila entre 15 e 35% e menos de 70% de areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 15% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm.
Critérios para profundidade de amostragem:
Na determinação da quantidade de argila e de areia existentes nos solos, visando o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no zoneamento de risco climático, recomenda-se que:
a) a amostragem de solos seja feita na camada de 0 a 50 cm de profundidade;
b) nos casos de solos com grandes diferenças de textura (por exemplo, arenoso/argiloso, argiloso/muito argiloso), dentro da camada de 0 a 50 cm, esta seja subdividida em tantas camadas quantas forem necessárias para determinar a quantidade de areia e argila em cada uma delas;
c) o enquadramento de solos com grandes diferenças de textura na camada de 0 a 50 cm, leve em conta a quantidade de argila e de areia existentes na subcamada de maior espessura;
d) as amostras sejam devidamente identificadas e encaminhadas a um laboratório de solos que garanta um padrão de qualidade nas análises realizadas.
Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei nº 4.771 do Código Florestal; solos que apresentem teor de argila inferior a 10% nos primeiros 50 cm da camada de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 15% da massa e/ou da superfície do terreno.
3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA
| Períodos | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 28 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 |
| Meses | Janeiro | Fevereiro | Março | Abril | ||||||||
| Períodos | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 |
| Meses | Maio | Junho | Julho | Agosto | ||||||||
| Períodos | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 |
| Meses | Setembro | Outubro | Novembro | Dezembro | ||||||||
4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENEDORES
Ciclo Precoce: EMBRAPA - BRS ARAÇÁ (Cerrados). Ciclo Médio: BAYER - Sicala 40; EMBRAPA - BRS 201*, BRS 187*, BRS RUBI **, BRS SAFIRA**, BRS 200*** e BRS VERDE**; D&PL - Delta Opal, Nuopal, Sure Grow 821, DP 660 e Delta Penta. Ciclo Tardio: BAYER - Fibermax 977, FM 993 e FM 910; D&PL - Acala 90 e DP 90 B; EMBRAPA - BRS CEDRO (Cerrados), BRS JATOBÁ (Cerrados), BRS CAMAÇARI (Cerrados) e BRS ACÁCIA (Áreas irrigadas).
* Regiões com precipitação pluvial maior que 600mm/ano.
** Regiões com precipitação pluvial maior que 600mm/ano. Adaptada às regiões de cerrados livres de doenças da parte aérea.
Regiões do Nordeste Brasileiro com precipitação pluvial menor ou igual a 600mm/ano
Nota: Devem ser utilizadas no plantio sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).
5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA
A relação de municípios do Estado do Piauí aptos ao cultivo de algodão herbáceo, suprimidos todos os outros onde a cultura não é indicada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.
A época de semeadura indicada para cada município não será prorrogada ou antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.
| MUNICÍPIOS | CICLOS: PRECOCE, MÉDIO e TARDIO | ||
| SOLO TIPO 1 | SOLO TIPO 2 | SOLO TIPO 3 | |
| PERÍODOS | |||
| Agricolândia | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Água Branca | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Alagoinha do Piauí | 34 a 36 | ||
| Alegrete do Piauí | 35 a 36 + 1 | ||
| Alto Longa | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Altos | 1 e 2 | 1 a 2 | 1 a 3 |
| Alvorada do Gurguéia | 34 a 35 | 33 a 36 | |
| Amarante | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Angical do Piauí | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Anísio de Abreu | 34 a 36 | ||
| Antonio Almeida | 34 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Aroazes | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Arraial | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Assunção do Piauí | 34 a 36+1 | ||
| Avelino Lopes | 33 a 34 | 33 a 36 | |
| Baixa Grande do Ribeiro | 33 | 33 a 36 | 33 a 36 |
| Barra D'Alcântara | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Barras | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Barreiras do Piauí | 33 | 33 a 36 | 33 a 36 |
| Barro Duro | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Batalha | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Beneditinos | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Bertolínia | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Boa Hora | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Bocaína | 32 a 35 | ||
| Bom Jesus | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Bom Princípio do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Bonfim do Piauí | 31 e 33 | ||
| Boqueirão do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Brasileira | 1 e 2 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Brejo do Piauí | 33 a 36 | 33 a 36 | |
| Buriti dos Lopes | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Buriti dos Montes | 33 a 36 | 33 a 36 | |
| Cabeceiras do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Cajazeiras do Piauí | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Cajueiro da Praia | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Caldeirão Grande do Piauí | 36 + 1 | ||
| Campo Grande do Piauí | 35 e 36 | ||
| Campo Largo do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Campo Maior | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Canavieira | 34 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Canto do Buriti | 33 a 36 | 33 a 36 | |
| Capitão de Campos | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Caracol | 32 e 35 | ||
| Caraúbas do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Castelo do Piauí | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Caxingó | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Cocal | 1 e 2 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Cocal de Telha | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Cocal dos Alves | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Coivaras | 1 e 2 | 1 a 3 | |
| Colônia do Gurguéia | 32 a 34 | 32 a 35 | |
| Colônia do Piauí | 32 a 34 | 32 a 35 | |
| Correntes | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Cristalândia do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Cristino Castro | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Curimatá | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Currais | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Curralinhos | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Demerval Lobão | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Dom Expedito Lopes | 33 e 34 | 33 a 36 | |
| Domingos Mourão | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Elesbão Veloso | 34 e 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Eliseu Martins | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Esperantina | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Fartura do Piauí | 31 e 33 | ||
| Flores do Piauí | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Floresta do Piauí | 33 e 34 | ||
| Floriano | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Francinópolis | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Francisco Ayres | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Francisco Macedo | 36 | ||
| Francisco Santos | 34 a 36 | ||
| Fronteiras | 36 + 1 | ||
| Gilbués | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Guadalupe | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Guaribas | 33 a 34 | 33 a 36 | |
| Hugo Napoleão | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Ilha Grande | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Inhuma | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Ipiranga do Piauí | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Isaías Coelho | 33 e 34 | ||
| Itainópolis | 33 a 36 | ||
| Itaueira | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Jardim do Mulato | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Jatobá do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Jerumenha | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Joaquim Pires | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Joca Marques | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| José de Freitas | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Juazeiro do Piauí | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| Júlio Borges | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Jurema | 34 a 36 | ||
| Lagoa Alegre | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Lagoa de São Francisco | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Lagoa do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Lagoa do Sítio | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Lagoinha do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Landri Sales | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Luis Correia | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Luzilândia | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Madeiro | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Manoel Emídio | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Marcos Parente | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Matias Olímpio | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Miguel Alves | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Miguel Leão | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Milton Brandão | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Monsenhor Gil | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Monsenhor Hipólito | 34 a 36+1 | ||
| Monte Alegre do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Morro Cabeça no Tempo | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Morro do Chapéu do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Muricí dos Portelas | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Nazaré do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Nossa Senhora de Nazaré | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Nossa Senhora dos Remédios | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Novo Oriente do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Novo Santo Antonio | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Oeiras | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Olho D'Água do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Padre Marcos | 36 | ||
| Paes Landim | 33 e 34 | ||
| Pajeú do Piauí | 33 a 36 | ||
| Palmeira do Piauí | 33 | 33 a 35 | 33 a 36 |
| Palmeirais | 35 a 36+1 | 35 a 36+1 | 35 a 36 + 1 a 2 |
| Paquetá | 33 e 34 | 33 a 36 | |
| Parnaguá | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Parnaíba | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Passagem Franca do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Pau D'Arco do Piauí | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| Pavussú | 33 a 36 | ||
| Pedro II 1 a 3 | 1 a 3 | ||
| Pedro Laurentino | 34 | ||
| Picos | 34 a 36+1 | ||
| Pimenteiras | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Pio IX | 34 a 36+1 | ||
| Piracuruca | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Piripiri | 1 e 2 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Porto | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Porto Alegre do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Prata do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Redenção do Gurguéia | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Regeneração | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Riacho Frio | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Ribeira do Piauí | 33 a 36 | ||
| Ribeiro Gonçalves | 33 | 33 a 36 | 33 a 36 |
| Rio Grande do Piauí | 33 e 35 | 33 a 36 | |
| Santa Cruz do Piauí | 33 e 34 | 33 a 36 | |
| Santa Cruz dos Milagres | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Santa Filomena | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Santa Luz | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Santa Rosa do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Santana do Piauí | 33 a 36 | ||
| Santo Antônio de Lisboa | 34 a 35 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| Santo Antônio dos Milagres | 34 a 36+1 | ||
| Santo Inácio do Piauí | 33 e 34 | ||
| São Braz do Piauí | 31 e 33 | ||
| São Felix do Piauí | 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| São Francisco do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| São Gonçalo do Gurguéia | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| São Gonçalo do Piauí | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| São João do Canabrava | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| São João da Fronteira | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| São João da Serra | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 | |
| São João da Varjota | 34 | 34 a 36+1 | |
| São João do Arraial | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| São José do Divino | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| São José do Peixe | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| São José do Piauí | 33 | 33 a 36 | |
| São Julião | 35 a 36 + 1 | ||
| São Luis do Piauí | 34 a 36+1 | ||
| São Miguel da Baixa Grande | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| São Miguel do Fidalgo | 32 a 35 | ||
| São Miguel do Tapuio | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| São Pedro do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | 34 a 36+1 |
| São Raimundo Nonato | 33 | ||
| Sebastião Barros | 33 | 33 a 35 | 33 a 36 |
| Sebastião Leal | 34 | 34 a 36 | 34 a 36+1 |
| Sigefredo Pacheco | 34 a 36+1 | ||
| Socorro do Piauí | 32 a 35 | ||
| Sussuapara | 35 | ||
| Tamboril do Piauí | 33 a 36 | ||
| Tanque do Piauí | 34 a 36 | 34 a 36+1 | |
| Teresina | 1 a 3 | 1 a 3 | |
| União | 1 a 3 | 1 a 3 | 1 a 3 |
| Uruçuí | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Valença do Piauí | 33 a 35 | 33 a 36 | |
| Várzea Branca | 32 e 33 | 32 e 34 | |
| Várzea Grande | 33 a 36 | ||
| Vera Mendes | 33 e 34 | ||
| Vila Nova do Piauí | 35 a 36 + 1 | ||
| Wall Ferraz | 33 e 34 | 33 a 36 | |
Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas, região de adaptação e reação a fatores adversos das cultivares de algodão indicadas, estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP 70043-900 - Brasília - DF e no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br.