Portaria CGZA nº 140 de 13/07/2007
Norma Federal - Publicado no DO em 16 jul 2007
Aprova o Zoneamento Agrícola para a cultura de mamona no Estado de Goiás, ano-safra 2007/2008.
O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO, SUBSTITUTO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias nº 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União, de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União, de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União, de 6 de setembro de 2006, resolve:
Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de mamona no Estado de Goiás, ano-safra 2007/2008, conforme anexo.
Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.
RONIR CARNEIRO
ANEXO1. NOTA TÉCNICA
O cultivo da mamona (Ricinus communis L.) é, ainda, pouco desenvolvido no Estado de Goiás. No entanto esta cultura é uma das opções para o fornecimento de matéria-prima para a produção de biodiesel no Estado.
Seu cultivo é indicado em áreas com altitude na faixa de 300 m a 1500 m acima do nível do mar, com temperatura média anual variando entre 20ºC a 30ºC. A mamoneira desenvolve-se e produz bem em vários tipos de solo, com exceção daqueles de textura muito argilosa, que apresentam deficiência de drenagem.
O Zoneamento Agrícola objetivou identificar os municípios do Estado de Goiás com condições climáticas favoráveis ao cultivo da mamoneira, bem como a indicação das épocas de plantio mais adequadas ao bom desempenho da cultura, em condições de baixo risco.
Para isso, fez-se uso dos seguintes critérios: temperatura média do ar variando entre 20ºC a 30ºC; precipitação igual ou superior a 500 mm no período chuvoso; e altitude entre 300 m e 1500 m.
A definição do risco climático e da época de plantio foi realizada por intermédio de um modelo de balanço hídrico da cultura, com a utilização os seguintes dados de entrada:
1) precipitação pluviométrica: obtidas das estações disponíveis na região com, no mínimo, 20 anos de dados diários;
2) evapotranspiração potencial estimada para períodos decendiais a partir das estações climatológicas disponíveis no Estado;
3) coeficiente da cultura (Kc) para cada fase, obtidos a partir da interpolação dos dados disponíveis na literatura;
4) ciclo das cultivares: utilizaram-se cultivares de ciclo médio, com porte médio de 1,7 m a 2,0 m de altura em condições de cultivo de sequeiro, de frutos semi-indeiscentes e de sementes grandes, com teor mínimo de óleo de 47%. Considerou-se um período crítico (floração/enchimento das bagas) de 100 dias, o qual está compreendido entre o 60º e 160º dia; e
5) disponibilidade máxima de água no solo - estimada em função da profundidade efetiva das raízes e da Capacidade de Água Disponível dos solos. Consideraram-se os solos Tipo 1 (textura arenosa), Tipo 2 (textura média) e Tipo 3 (textura argilosa), com capacidade de armazenamento de água de 20 mm, 50 mm e 70 mm, respectivamente.
Foram feitas simulações para nove períodos de plantio, espaçados de 10 dias, nos meses de outubro a dezembro.
O risco climático foi estabelecido a partir da análise freqüencial para obtenção de 80% dos Índices de Satisfação da Necessidade de Água - ISNA, definido como sendo a relação entre a evapotranspiração real (ETr) e a evapotranspiração máxima da cultura (ETm), obtidos durante 100 dias na fase de enchimento das bagas, ou seja, a partir do 60º dia até o 160º dia após plantio. Para efeito de diferenciação agroclimática, foram estabelecidas três classes de ISNAs:
a) ISNA ? 0,50 - Região agroclimática favorável, com baixo risco climático;
b) 0,40 < ISNA < 0,50 - Região agroclimática intermediária, com médio risco climático e;
c) ISNA ? 0,40 - Região agroclimática desfavorável, com alto risco climático.
Os ISNA's estimados para cada posto pluviométrico foram georeferenciados por meio da latitude e longitude, combinados com os limites ideais de temperatura média anual do ar e de altitudes. Os mapas temáticos e as tabelas que representam as épocas de plantio com menor risco climático para a cultura da mamona foram confeccionados mediante o uso de um sistema de informações geográficas.
A análise dos dados permitiu identificar que as datas de semeadura para as cultivares de ciclos médio foram diferentes para os dois tipos de solos recomendados.
Os Solos Tipo 1, de textura arenosa, não foram indicados para o plantio, por apresentarem baixa capacidade de retenção de água e alta probabilidade de quebra de rendimento das lavouras por ocorrência de déficit hídrico.
2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO
O zoneamento agrícola de risco climático para o Estado do Goiás contempla como aptos ao cultivo da mamona os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 10, de 14 de junho de 2005, publicada no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, página 12, alterada para Instrução Normativa nº 12, através de retificação publicada no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, página 6, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 15 e 35% e menos de 70% de areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 15% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm.
Critérios para profundidade de amostragem:
Na determinação da quantidade de argila e de areia existentes nos solos, visando o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no zoneamento de risco climático, recomenda-se que:
a) a amostragem de solos seja feita na camada de 0 a 50 cm de profundidade;
b) nos casos de solos com grandes diferenças de textura (por exemplo, arenoso/argiloso, argiloso/muito argiloso), dentro da camada de 0 a 50 cm, esta seja subdividida em tantas camadas quantas forem necessárias para determinar a quantidade de areia e argila em cada uma delas;
c) o enquadramento de solos com grandes diferenças de textura na camada de 0 a 50 cm, leve em conta a quantidade de argila e de areia existentes na subcamada de maior espessura;
d) as amostras sejam devidamente identificadas e encaminhadas a um laboratório de solos que garanta um padrão de qualidade nas análises realizadas.
Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação obrigatória, de acordo com o Código Florestal (Lei nº 4.771/1965); solos que apresentem teor de argila inferior a 10% nos primeiros 50 cm da camada de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 15% da massa e/ou da superfície do terreno.
3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA
| Períodos | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 29 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 |
| Meses | Janeiro | Fevereiro | Março | Abril | ||||||||
| Períodos | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 |
| Meses | Maio | Junho | Julho | Agosto | ||||||||
| Períodos | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 |
| Datas | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 30 | 1º a 10 | 11 a 20 | 21 a 31 |
| Meses | Setembro | Outubro | Novembro | Dezembro | ||||||||
4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENEDORES
Ciclo Médio: CATI - AL Guarany 2002; IAC - Guarani, IAC-226 e IAC-2028.Ciclo Tardio: IAC - IAC-80.
Nota: Devem ser utilizadas no plantio sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e o Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).
5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA
A relação de municípios do Estado de Goiás aptos ao cultivo de mamona, suprimidos todos os outros onde a cultura não é indicada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.
Em virtude da alta variabilidade espaço-temporal das chuvas no Estado, o plantio só deve ser realizado se, na data indicada pelo zoneamento, o solo apresentar umidade suficiente para a germinação e o desenvolvimento inicial das plantas.
A época de semeadura indicada para cada município não será prorrogada ou antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.
| MUNICÍPIOS | CICLOS: MÉDIO e TARDIO | |
| SOLO TIPO 2 | SOLO TIPO 3 | |
| PERÍODOS | ||
| Abadia de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Abadiânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Acreúna | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Adelândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Água Fria de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Água Limpa | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Águas Lindas de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Alexânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aloândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Alto Horizonte | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Alto Paraíso de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Alvorada do Norte | 28 a 34 | 28 a 35 |
| Amaralina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Americano do Brasil | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Amorinópolis | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Anápolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Anhanguera | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Anicuns | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aparecida de Goiânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aparecida do Rio Doce | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aporé | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Araçu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aragarças | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Aragoiânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Araguapaz | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Arenópolis | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Aruanã | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Aurilândia | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Avelinópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Baliza | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Barro Alto | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Bela Vista de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Bom Jardim de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Bom Jesus de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Bonfinópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Bonópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Brazabrantes | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Britânia | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Buriti Alegre | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Buriti de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Buritinópolis | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Cabeceiras | 28 a 32 | 28 a 32 |
| Cachoeira Alta | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cachoeira de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Cachoeira Dourada | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Caçu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Caiapônia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Caldas Novas | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Caldazinha | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campestre de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campinaçu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campinorte | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campo Alegre de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Campo Limpo de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campos Belos | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Campos Verdes | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Carmo do Rio Verde | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Castelândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Catalão | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Caturaí | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cavalcante | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Ceres | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Cezarina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Chapadão do Céu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cidade Ocidental | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cocalzinho de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Colinas do Sul | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Córrego do Ouro | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Corumbá de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Corumbaíba | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cristalina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cristianópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Crixás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cromínia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Cumari | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Damianópolis | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Damolândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Davinópolis | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Diorama | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Divinópolis de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Doverlândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Edealina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Edéia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Estrela do Norte | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Faina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Fazenda Nova | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Firminópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Flores de Goiás | 28 a 34 | 28 a 35 |
| Formosa | 28 a 32 | 28 a 33 |
| Formoso | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Gameleira de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goianápolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goiandira | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Goianésia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goiânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goianira | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Goiatuba | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Gouvelândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Guapó | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Guaraíta | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Guarani de Goiás | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Guarinos | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Heitoraí | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Hidrolândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Hidrolina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Iaciara | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Inaciolândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Indiara | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Inhumas | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Ipameri | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Ipiranga de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Iporá | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Israelândia | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Itaberaí | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itaguari | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itaguaru | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itajá | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itapaci | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itapirapuã | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Itapuranga | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itarumã | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itauçu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Itumbiara | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Ivolândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Jandaia | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Jaraguá | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Jataí | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Jaupaci | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Jesúpolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Joviânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Jussara | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Lagoa Santa | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Leopoldo de Bulhões | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Luziânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mairipotaba | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mambaí | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Mara Rosa | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Marzagão | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Matrinchã | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Maurilândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mimoso de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Minaçu | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Mineiros | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Moiporá | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Monte Alegre de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Montes Claros de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Montividiu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Montividiu do Norte | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Morrinhos | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Morro Agudo de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mossâmedes | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mozarlândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mundo Novo | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Mutunópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nazário | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nerópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Niquelândia | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Nova América | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nova Aurora | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Nova Crixás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nova Glória | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nova Iguaçu de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Nova Roma | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Nova Veneza | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Novo Brasil | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Novo Gama | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Novo Planalto | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Orizona | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Ouro Verde de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Ouvidor | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Padre Bernardo | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Palestina de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Palmeiras de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Palmelo | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Palminópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Panamá | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Paranaiguara | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Paraúna | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Perolândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Petrolina de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Pilar de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Piracanjuba | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Piranhas | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Pirenópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Pires do Rio | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Planaltina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Pontalina | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Porangatu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Porteirão | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Portelândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Posse | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Professor Jamil | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Quirinópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Rialma | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Rianápolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Rio Quente | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Rio Verde | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Rubiataba | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Sanclerlândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Bárbara de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Cruz de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Fé de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Santa Helena de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Isabel | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Rita do Araguaia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Rita do Novo Destino | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Rosa de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Tereza de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santa Terezinha de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santo Antônio da Barra | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Santo Antônio de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Santo Antônio do Descoberto | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Domingos | 28 a 35 | 28 a 36 |
| São Francisco de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São João d'Aliança | 28 a 35 | 28 a 35 |
| São João da Paraúna | 28 a 35 | 28 a 36 |
| São Luís de Montes Belos | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Luíz do Norte | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Miguel do Araguaia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Miguel do Passa Quatro | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Patrício | 28 a 36 | 28 a 36 |
| São Simão | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Senador Canedo | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Serranópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Silvânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Simolândia | 28 a 34 | 28 a 35 |
| Sítio d'Abadia | 28 a 34 | 28 a 35 |
| Taquaral de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Teresina de Goiás | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Terezópolis de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Três Ranchos | 28 a 35 | 28 a 35 |
| Trindade | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Trombas | 28 a 35 | 28 a 36 |
| Turvânia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Turvelândia | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Uirapuru | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Uruaçu | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Uruana | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Urutaí | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Valparaíso de Goiás | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Varjão | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Vianópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Vicentinópolis | 28 a 36 | 28 a 36 |
| Vila Boa | 28 a 32 | 28 a 33 |
| Vila Propício | 28 a 36 | 28 a 36 |
Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas, região de adaptação e reação a fatores adversos das cultivares de mamona indicadas, estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP 70043-900 - Brasília - DF e no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br